Equipe da SES participa de oficina sobre regulação na saúde

O secretário de Estado de Saúde, Eduardo Bermudez, participa nesta semana de uma oficina sobre regulação em saúde, promovida pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). O secretário estará acompanhado das adjuntas de Política, Atenção a Saúde e Regionalização, Salete Ribeiro, e de Regulação, Maria Gabriela Boabaid Teixeira. Além de Mato Grosso, os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste participam da oficina.

Serão discutidos os conceitos e diretrizes da regulação dos sistemas de saúde, as ações de vigilância e o cumprimento das regulamentações por meio da fiscalização, controle, monitoramento, avaliação e auditoria.

De acordo com a Constituição Federal de 1988, que criou o Sistema Único de Saúde, "a saúde é direito de todos e dever do Estado". Para o secretário Bermudez, é preciso que o Estado tenha responsabilidade no uso dos recursos financeiros para a área. "Desta forma, nós gestores estaduais devemos adotar critérios para a organização regionalizada das ações e coordenar o processo de garantia ao acesso à saúde. Esta organização é o que podemos chamar de Regulação", explicou.

Os gestores trabalham com a premissa de que para efetivar o SUS no Brasil é preciso descentralizar os serviços de forma regionalizada e hierarquizada. Como os serviços ambulatoriais mais complexos precisam de recursos tecnológicos e apoio diagnóstico e terapêutico, não possível que eles estejam em todos os municípios do país.

Os conteúdos aplicados durante a oficina são: A regulação assistencial na perspectiva da implantação das redes de atenção à saúde; Regulação dos Sistemas de Saúde; Regulação da Atenção à Saúde; Regulação do Acesso a Serviços de Saúde; Diretrizes da política nacional de regulação; Articulação e Integração das ações de regulação, controle, avaliação e auditoria e, por fim os Complexos Reguladores.

A metodologia aplicada durante a oficina será com base em leitura, discussões e apresentação em plenária das conclusões do instrumento de avaliação da regulação.

Fonte: MARICELLE LIMA VIEIRA
Assessoria SES

Saúde divulga dados de malária em MT

Mato Grosso fechou o primeiro semestre do ano com uma redução de 30,3% no número de casos de Malária, em comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com dados da área de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde (SES), de janeiro a junho de 2016, foram registrados 216 casos da doença no estado, contra 310 casos no mesmo período de 2015.

O resultado positivo demonstra que as regionais de saúde colocaram em prática as ações de combate e prevenção, pactuadas no Plano de Ação para Vigilância e Controle da Malária para o ano de 2016. Mato Grosso se mantém na oitava posição no ranking da Região Amazônica, sendo que apenas o Tocantins registrou menos casos no período. Também fazem parte da Região Amazônica os estados de Roraima, Rondônia, Pará, Maranhão, Amapá, Amazonas e Acre.

Dentre os casos registrados esse ano, 208 são de malária vivax e sete são da malária falciparum, considerada uma das formas mais graves. Os casos foram registrados em 29 municípios e duas cidades apresentaram risco para surto/epidemia de malária. Colniza, considerado de médio risco e Nova Bandeirantes, considerado de baixo risco.

A técnica da Vigilância Epidemiológica da SES, Elaine Cristina de Oliveira, explica que o estado de Mato Grosso como um todo é considerado endêmico e possui todos os requisitos para que haja a transmissão da doença, mesmo em municípios sem notificação. "Além de fazer parte da Região Amazônica, em Mato Grosso temos a presença do mosquito, áreas com muitas matas e um fluxo imigratório de pessoas muito grande o que propicia a transmissão da doença".

Esse cenário epidemiológico faz com que seja necessário que os cuidados sejam redobrados e que os municípios mantenham a rede de saúde atenta para a detecção e tratamento precoce da doença. No Estado, a malária é de notificação obrigatória e o sistema de informação, SIVEP Malária é online, sendo alimentado pelos municípios diretamente na base nacional.

Ações

Para manter o controle dos números de casos de malária, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) por meio da vigilância epidemiológica, desenvolve Programa Estadual de Controle da Malária ofertando cooperação técnica, apoio logístico e monitorando os casos notificados no Estado, além de realizar a investigação epidemiológica e as ações preconizadas para vigilância e controle efetivo da doença. Tudo isso ocorre em parceria com os Escritórios Regionais de Saúde (ERS) e com os municípios, onde ocorre a transmissão dos casos.

A SES realiza também capacitações, orientações técnicas e supervisões, por meio de visita aos municípios com ocorrência de casos de Malária. Ações de orientação e realização de entomologia também são realizadas.

Outra ação desenvolvida são as reuniões com os Escritórios Regionais de Saúde com o objetivo de avaliar a situação da doença no estado e redirecionar as estratégias para melhorar as ações de vigilância e controle da malária.

A Malária

A malária é uma doença infecciosa aguda, causada por protozoários parasitas do gênero plasmodium. A transmissão ocorre por meio da picada da fêmea do mosquito do gênero Anopheles, que se infecta ao sugar o sangue de uma pessoa doente.

Os criadouros preferenciais do mosquito transmissor da malária são os igarapés, por suas características: água limpa, sombreada e parada. Se não for tratada, a malária pode evoluir rapidamente para a forma grave e levar a óbito. Os sintomas mais comuns são dor de cabeça, dor no corpo, fraqueza, febre alta e calafrios. O período de incubação varia de oito a 17 dias, mas pode se estender por vários meses, em condições especiais.

A malária tem cura e o tratamento é eficaz, simples e gratuito. Ainda não existe uma vacina disponível contra a doença. Contudo, algumas medidas de proteção individual contra picadas de insetos devem ser utilizadas, principalmente nas áreas de risco. O uso de telas nas portas e janelas; o uso de repelente e, ainda, evitar locais de banho em horários de maior atividade do mosquito - manhã e final da tarde - são exemplos de medidas que devem ser adotadas para evitar a transmissão.

Fonte: LORRANA CARVALHO 
Assessoria/SES-MT

Secretaria alerta população para golpes em procedimentos do SUS

A Secretaria de Estado de Saúde alerta a população sobre a prática de golpes contra parentes de pessoas em tratamento nas unidades públicas de saúde. A prática comum dos golpistas é ligar para os familiares, em nome da direção ou mesmo dos médicos do quadro hospitalar, solicitando dinheiro para a realização de atendimentos cirúrgicos, exames e até medicamentos. Durante a tentativa de extorsão são cobrados depósitos de altas quantias para o pagamento de procedimentos que são oferecidos gratuitamente pelo SUS.

Um desses casos ocorreu este ano no Hospital Metropolitano de Várzea Grande, quando uma família foi procurada e pressionada a pagar pelo medicamento utilizado por um familiar que estava internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). A família entrou em contato com a direção da unidade e imediatamente registrou Boletim de Ocorrência acionando a Policia Civil que mobilizou uma ação resultando na prisão em fragrante dos envolvidos.

A diretora do Hospital Metropolitano, Inês de Souza Suaert, explicou que familiares do paciente receberam telefonemas e por pouco não venderam bens para depositar a quantia solicitada. "Os integrantes da quadrilha se passam por médicos ou por alguém ligado ao médico que está cuidando do paciente e pedem depósito em dinheiro com a maior urgência possível", alertou a diretora.

Outro caso foi resgistrado no Hospital Regional de Sorriso no ‘golpe do exame. Os bandidos telefonaram para parentes dos pacientes e alegaram que precisavam de transferências bancárias para a realização de exames. De posse das informações, os golpistas disseram aos familiares que os procedimentos não eram cobertos pelo SUS. Então, pediram que os parentes fizessem um depósito ou transferência bancária. A direção da unidade orientou a família que não fosse feito qualquer depósito porque todos os procedimentos são gratuitos.

A ousadia é tanta que em Rondonópolis, na Santa Casa de Misericórdia, a alegação era a mesma para agilizar o tratamento do paciente via particular. A justificativa usada pelos golpistas para convencer as vítimas foi afirmar que, pelo SUS, o processo seria muito mais demorado. Os envolvidos foram descobertos e presos.

Diante das recorrências, a secretária adjunta de Regulação da SES, Maria Gabriela Boabaid Teixeira, alerta que o procedimento não é legal e que os hospitais regionais realizam 100% dos serviços financiados pelo SUS. "A SES vem trabalhando para montar a regulação e o controle dos serviços de saúde. Zelamos pelos princípios do SUS em não cobrar por exames ou qualquer tratamento oferecido aos pacientes. Qualquer ligação de solicitação de pagamento por exames, medicamentos ou procedimentos a familiares de pacientes, trata-se, portanto, de um golpe".

Gabriela acrescenta que as vítimas procurem sempre a direção das unidades e se dirijam a uma delegacia, informando o fato ocorrido para registro de um Boletim de Ocorrência a fim de que a polícia tome as providências cabíveis. Outro canal é a ouvidoria Geral do SUS, no 136.

Fonte: MARICELLE LIMA VIEIRA
Assessoria SES

Governador e secretário definem futuras ações para a Saúde

Nos próximos dois anos o Governo do Estado pretende aumentar em 15% o orçamento anual da Secretaria de Estado de Saúde (SES), passando de R$ 1,47 bilhão de recursos atuais para R$ 1,69 bilhão entre 2017 e 2018. A explicação para esse acréscimo de receita orçamentária está no objetivo de ampliar o número de leitos hospitalares públicos, construir novos hospitais regionais e reformar a sede da SES e também a Central de Distribuição de Medicamentos.

Essas futuras ações de governo para a área da Saúde foram debatidas em reunião nesta manhã de sexta-feira (24.06) entre o governador Pedro Taques e o secretário da pasta, Eduardo Bermudez. No encontro, realizado no Palácio Paiaguás, ficou definido também que haverá alteração no modelo de gestão de alguns hospitais regionais.

"Fizemos um mapeamento e descobrimos que para cada região há a necessidade de uma gestão hospitalar diferente. Em Rondonópolis, a comunidade e a classe política defendem a permanência da OSS [Organizações Sociais de Saúde]. Já no Vale do Teles Pires, os prefeitos pedem que eles, por meio do consórcio regional, assumam a administração do hospital. Diante disso vamos respeitar a necessidade de cada região e realizar a transição de gestão onde for necessário e mais adequado", explicou o secretário de Saúde.

Em se tratando de mudanças de gestão, foi conversado durante a reunião, que a Central de Regulação será reestruturada. A proposta será estender o Sisreg (Sistema Nacional de Regulação) aos 141 municípios de Mato Grosso. A previsão é fazer isso até o final de 2016, permitindo que todas as cidades do Estado tenham acesso ao sistema online de gerenciamento regulatório de internação hospitalar.

"Com essa reestruturação da central passaremos a ter um controle maior sobre disponibilidade de vagas dos leitos hospitalares e, consequentemente, uma visão mais clara de onde são necessários maiores investimentos junto às unidades de saúde do Estado", completou Bermudez.

Ampliação

Entre as ações previstas para a Secretaria de Estado de Saúde está também a reforma do prédio que abriga a pasta. Instalada em um prédio construída há 20 anos, boa parte da estrutura física da secretaria possui infiltrações e rachaduras. O mesmo ocorrerá na Central de Distribuição de Medicamentos.

Expansão dos leitos

Atualmente Mato Grosso possui um déficit de 600 leitos hospitalares. Segundo Eduardo Bermudez, para diminuir esse número o Governo do Estado se propõe a construir três novos hospitais regionais, sendo um em Tangará da Serra, um em Porto Alegre do Norte o outro em outra cidade a ser definida nos próximos meses, respeitando assim a necessidade regional.

"Além disso passa também pelo nosso plano de ação locar leitos de UTIs e passar a oferecer em cada hospital regional o numero de 150 vagas para internação. Com isso esperamos em dois anos acabar com a falta de leitos públicos no Estado", acrescentou o secretário.

Fonte: Luciana Cury | Gcom

A Endocrinologia Pediátrica

A Endocrinologia Pediátrica é uma área de atuação que requer a interação de conhecimentos pediátrico e de endocrinologia para diagnóstico e tratamento de disfunções hormonais, que se instalem desde o período neonatal até o final da adolescência (20 anos). Tais alterações hormonais determinam repercussões sobre o crescimento, o desenvolvimento e o metabolismo de um organismo em fase de maturação, devendo, por isso, serem considerados os aspectos peculiares de cada fase do desenvolvimento.

O Dr. Carlos Longui, membro do Departamento de Endocrinologia Pediátrica da SBEM, esclarece as principais dúvidas sobre as várias fases da vida da criança.

Período Neonatal

No período neonatal, as anormalidades, mais frequentemente acompanhadas, são as da diferenciação genital; hipoglicemias; hipotireoidismo congênito; e hiperplasia adrenal congênita. Nas crianças menores, predominam os quadros de crescimento deficiente, os hipotireoidismos adquiridos, diabetes mellitus tipo 1 e os sinais puberais de apresentação precoce.

Durante a adolescência, as queixas mais freqüentes estão relacionadas à falta de desenvolvimento puberal e genital, disfunções tireoideanas autoimunes, diabetes mellitus tipos 1 e 2, obesidade, etc.

Crescimento Normal

O crescimento de crianças e adolescentes deve ser vigiado, desde o nascimento até a obtenção da estatura final, utilizando-se, para isso, gráficos de crescimento populacionais, que estejam adequadamente ajustados para a população a que o indivíduo pertença. Os sinais de alerta para um crescimento inadequado são: percentis ou canais de crescimento abaixo do padrão populacional ou inferior ao esperado para o padrão genético da família, desaceleração do crescimento com relação à velocidade esperada para a idade, sexo e grau de desenvolvimento, previsão de estatura final abaixo da estatura alvo familiar.

Puberdade Precoce

Classicamente, o início da puberdade deve ocorrer entre 8 e 13 anos, nas meninas, e no período que vai dos 9 aos 14 anos, nos meninos. Puberdades que se iniciem, em meninas menores de 6 anos ou em meninos menores do que 7 ou 8 anos, são consideradas muito precoces, requerendo investigação e, freqüentemente, tratamento. Na idade compreendida entre 6 e 8 anos (meninas) e 7 e 9 anos (meninos), considera-se um período limítrofe, no qual a avaliação clínica do ritmo de desenvolvimento puberal irá definir a necessidade de investigação laboratorial ou eventual tratamento.

Quando a precocidade ou o atraso puberal se devem, respectivamente, a uma aceleração ou retardo constitucional do crescimento e puberdade (ACCP e RCCP), não há prejuízo na previsão de estatura final e a repercussão psicossocial desta variação fisiológica costuma ser de pequena intensidade.

Nesta situação, habitualmente, não há necessidade de tratamento. Quando a puberdade for realmente precoce ou tardia, a investigação da causa do processo, bem como do mecanismo pelo qual o evento puberal foi ativado, são essenciais para a correta escolha do tratamento.

Teste do Pezinho

A triagem neonatal - ou o Teste do Pezinho - deve ser realizada no momento da alta do berçário, já entre 48 e 72 horas de vida. Isso garantirá a detecção e tratamento do hipotireoidismo congênito entre 10-15 dias de vida, idade esta já estabelecida como precoce o suficiente para prevenir as alterações cerebrais. Porém um resultado negativo nesta idade não exclui a totalidade dos casos (falso negativo) e, portanto, crianças com sintomas sugestivos devem ser submetidas à avaliação laboratorial para confirmação diagnóstica, independente do resultado do primeiro teste.

Felizmente, esta falha de detecção é rara, o que torna a triagem neonatal do hipotireoidismo congênito altamente efetiva e de grande importância na prevenção da doença mental.

Obesidade e Diabetes

Embora não seja uma regra sem exceções, grande parte das crianças e adolescentes obesos também terão obesidade na idade adulta. Isso porque, além de carregarem os determinantes genéticos, tendem a manter os erros nutricionais e sócio-culturais que desencadeiam e agravam os mecanismos geradores do ganho excessivo de peso. Portanto, embora o tratamento medicamentoso não seja necessário durante essa fase, todas as medidas educacionais são essenciais para a prevenção da evolução do quadro de obesidade.

Especial atenção deve ser dada aos pacientes com história familiar de obesidade, diabetes mellitus, hipertensão arterial e dislipidemias, já que a obesidade na infância já pode ser uma primeira manifestação clínica da resistência à insulina, envolvida na gênese da Síndrome Metabólica plenamente manifesta no adulto.

Na vida moderna já se observa, como fenômeno mundial, o aumento de casos de diabetes tipo 2 (que normalmente é desencadeado na idade adulta) em crianças e adolescentes. O fato tem sido associado ao aumento de peso e ao maior sedentarismo das crianças e adolescentes, devido às facilidades eletrônicas para o lazer, como os joguinhos computadorizados, além do aumento da oferta de alimentos, classificados como fast-foods. O controle do desenvolvimento da obesidade é de extrema importância preventiva.

Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Endocrinologia Pediátrica

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Secid acompanha reforma do “Lar Doce Lar”

A unidade Lar Doce Lar, que atende 17 pessoas portadoras de deficiências físico-mental, em Cuiabá, vai ganhar uma nova cara. Um termo de cooperação entre órgãos do Governo do Estado e a Fundação Nova Chance (Funac) possibilitou a reforma geral do espaço, que estava totalmente deteriorado, e agora começa a mudar. A Secretaria de Estado das Cidades (Secid-MT) é responsável por fiscalizar toda obra e indicar materiais e produtos necessários ao projeto, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Samira Martins.

Segundo o secretário das Cidades, Eduardo Chiletto, a participação em obras sociais é de suma importância para o trabalho da pasta. "Estamos fornecendo todo o serviço técnico de engenharia e arquitetura que seja preciso para realização e progresso da reforma", ressaltou Chiletto. O projeto também foi executado pela Secid.

Durante a reforma, reeducandos do Sistema Penitenciário de Mato Grosso atuam na mão de obra. A escolha dessas pessoas está a cago da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), com auxílio da Fundação Nova Chance. No total, a entidade acompanha o trabalho de mais de 10 internos. Todos os reeducandos são monitorados ainda eletronicamente.

O termo de cooperação para reforma do "Lar Doce Lar" foi assinado por representantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), da Secid-MT, da Funac (instituição vinculada à Sejudh) e da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Estado de Mato Grosso (Acomac). A associação viabilizou os materiais de construção e outros itens utilizados durante a obra, que tem prazo até junho de 2017 para conclusão. A Acomac doou ainda R$ 30 mil para as despesas com a reforma.

O Lar

O "Lar Doce Lar", que atende pessoas com deficiência física e mental, é uma unidade de saúde do Centro Integrado de Assistência Psicossocial (CIAPS) Adauto Botelho. A maior parte dos moradores do local foi abandonada pela família e encontrava-se em situação de vulnerabilidade social. Na unidade, as pessoas assistidas (crianças e adultos) recebem atendimento especializado e cuidados de uma equipe multidisciplinar composta por enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionista, além de psicólogos e assistentes sociais. O grupo participa ainda regularmente de ações de inclusão. Muitos estudam e alguns trabalham.

Fonte: Ivana Maranhão | Secid-MT

Cento e dezoito casos de microcefalia foram descartados

Dos 227 casos notificados de microcefalia em Mato Grosso, 118 foram descartados, 86 permanecem em investigação e 23 foram confirmados. Foram notificados 13 óbitos, dois foram confirmados por microcefalia, oito estão em investigação e três foram descartados.

Os casos notificados estão distribuídos em 39 municípios de Mato Grosso. A orientação da Secretaria de Estado de Saúde é para que os municípios investiguem os casos para confirmação, de acordo com o Protocolo de Vigilância, e intensifiquem o acompanhamento dos casos pela atenção à saúde.

Notificação

A equipe da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde esclarece que utiliza as definições vigentes no Protocolo do Ministério da Saúde para confirmar ou descartar os casos suspeitos. O Ministério considera um caso confirmado após análise clínica radiológica e/ou laboratorial.De acordo com o Protocolo, a investigação da causa da microcefalia é realizada somente nos casos notificados que apresentem características clínicas e/ou laboratoriais sugestivas de infecção congênita, para a identificação da infecção pelo vírus zika, entre outros agentes infecciosos.

O documento traz também orientações, como a definição de casos suspeitos de microcefalia durante a gestação, caso suspeito durante o parto ou após o nascimento, critérios para exclusão de casos suspeitos, sistema de notificação e investigação laboratorial. Além disso, há orientações sobre como deve ser feita a investigação epidemiológica dos casos suspeitos e sobre o monitoramento e análise dos dados.

Alteração do perímetro cefálico

O Ministério da Saúde mudou, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o critério para considerar bebês com microcefalia. A medida do perímetro cefálico em recém-nascidos passou de 32 cm para 31,9 cm em meninos e 31,5 cm em meninas. Em dezembro, o parâmetro para diagnóstico da doença já havia diminuído, passando de 33 cm para 32 cm. As alterações têm como objetivo padronizar as referências para todos os países, valendo para bebês nascidos com 37 ou mais semanas de gestação.

Fonte: MARICELLE LIMA VIEIRA
Assessoria SES

Estado apresenta nova proposta ao Fórum Sindical por meio de minuta de Lei

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Gestão (Seges-MT), encaminhou, na manhã desta terça-feira (14), aos representantes dos sindicatos das categorias de servidores públicos estaduais a minuta do Projeto de Lei que prevê o parcelamento do Reajuste Geral Anual (RGA) de 2016. No documento, além dos 6% parcelados em três vezes, o Governo se compromete a quitar os 5,28%, totalizando os 11,28% de forma retroativa, condicionado à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

O secretário de Estado de Gestão, Júlio Modesto, explicou que, atendendo a um pedido dos próprios sindicatos feito durante a última reunião realizada com o Fórum Sindical na última sexta-feira (10), com o objetivo de melhorar o nível de conforto e segurança aos servidores, a minuta do Projeto de Lei traz em seu artigo 4º dois incisos definindo as datas específicas do pagamento do resíduo do 5,28%. A previsão é que o primeiro pagamento de 50% seja feito em maio de 2017 e os outros 50% em setembro do mesmo ano. "Entendemos que era necessário estipular estas datas para que o servidor sentisse a segurança de que o Estado irá honrar com o compromisso de pagar os 11,28% em sua integralidade, mas sempre condicionado a reduzir o percentual da despesa total com pessoal em relação à Receita Corrente Líquida abaixo de 49%".

Outra reivindicação atendida, colocada no artigo 7º do Projeto de Lei, prevê a suspensão de nomeações de novos servidores no âmbito do Poder Executivo Estadual até quitação do RGA de 2016. "Este também era um requisito considerado importante para os representantes sindicais e que está garantido na minuta. Estamos buscando atender o que é possível com o objetivo claro de chegarmos a um entendimento", completou Modesto.

De acordo com o secretário de Gestão, o Estado entende que houve um avanço nas negociações, que agora chegou ao melhor termo possível, atendendo o que os sindicatos pontuaram durante a última reunião. "Tudo aquilo que eles colocaram e desejavam procuramos atender e eles acabaram de conquistar ainda um instrumento de garantia, que é a minuta de Lei pra dar a segurança necessária. A expectativa do Executivo é que as greves sejam encerradas a partir da aprovação deste PL, que será encaminhado para a Assembleia Legislativa após deliberação com as categorias", concluiu.

Fonte: Dani Danchura | Seges-MT

Dia Mundial do Doador de Sangue é lembrado nesta terça

O auxiliar de contabilidade, Milton Pereira dos Santos que há cinco anos é doador regular
De janeiro a 13 de junho deste ano foram registradas 6.897 doações de sangue no MT Hemocentro, 1.955 a mais em relação ao montante registrado no mesmo período de 2015, que foi de 4.942. Um ótimo motivo para comemorar o Dia Mundial do Doador de Sangue, lembrado nesta terça-feira (14), e enfatiza por que é essencial que a doação seja altruísta e que haja doadores regulares para garantir a provisão de sangue seguro para todos os pacientes que precisem de transfusões. Com este conceito, a direção do MT Hemocentro destaca a importância da data para promover a motivação entre os doadores para que se convertam em regulares ou fidelizados.

O tema deste ano é "O sangue é o nosso elo comum", com foco no agradecimento aos doadores de sangue e realça a dimensão da partilha que liga doadores e as pessoas que precisam. Para a gerente de doação do MT Hemocentro, Juliana Cintia da Silva, a data chama a atenção para o papel das doações voluntárias, que desempenham o incentivo às pessoas a cuidarem umas das outras e a promoverem a coesão comunitária. "O Dia Mundial do Doador de Sangue serve para homenagear todas as pessoas que separam um tempo durante sua rotina para ser doador voluntário. O doador fidelizado passa a ter um compromisso natural que no momento certo estará salvando várias vidas, isso representa o amor ao próximo sem nada em troca".

Exemplo da técnica de enfermagem, Raimunda Ferreira Benemeses, 34 anos, que há três é doadora fidelizada. "A minha primeira experiência enquanto doadora foi por meio de uma campanha da escola e como era apta a doar, nunca mais parei. Durante todo o ano doo três vezes, conforme orientação por ser mulher. Sinto que essa atitude simples representa muito para pessoas que precisam de sangue. Faço de coração", disse.

O mesmo sentimento é compartilhado pelo auxiliar de contabilidade, Milton Pereira dos Santos, 25 anos. Há cinco como doador regular, ele salientou o tema da campanha deste ano que destaca histórias de pessoas que salvam pelo sangue. "Precisamos motivar os doadores regulares a continuarem a doar sangue e motivar as pessoas de boa saúde que nunca deram sangue a começarem a fazê-lo, sobretudo os jovens".

Condições para doar sangue

Segundo a Portaria 1353/2011 do Ministério da saúde, podem doar sangue cidadãos com boa saúde e que tenham idade entre 18 e 69 anos. Além disso, os candidatos devem pesar mais de 50 quilos e não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas.

A idade máxima para a primeira doação de sangue é de 60 anos. Menores de idade, entre 16 e 17 anos, só podem doar com autorização dos pais ou responsável legal. Estar bem alimentado e portar documento oficial de identidade com foto são requisitos imprescindíveis para quem deseja ser doador.Doar sangue é um ato simples, tranquilo e seguro que não provoca risco ou prejuízo à saúde. Além disso, a doação é voluntária, anônima, altruísta e não remunerada. Todo o processo de doação é rápido, seguro e indolor, leva cerca de 40 minutos. O ideal é que cada pessoa doe sangue pelo menos duas vezes ao ano - homens a cada 60 dias e mulheres devem respeitar um intervalo de 90 dias entre as doações.

Horários de atendimento

O atendimento ao público no MT-Hemocentro é de segunda a sábado, das 7h às 18h30. A unidade está localizada na Rua 13 de Junho, número 1055, no bairro Porto, em Cuiabá.Já a Unidade de Coleta e Transfusão (UCT) do Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC) atende de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. As pessoas interessadas em doar sangue e que precisarem de esclarecimentos podem ligar para os telefones (65) 3321-4578 ou (65) 3623-0044 - ramal 221.

Sobre a data

No ano de 2004 a Organização Mundial de Saúde (OMS) instituiu 14 de Junho como o Dia Mundial do Doador de Sangue. O objetivo é homenagear e agradecer a todos os doadores que ajudam a salvar vidas diariamente. Na data comemora-se também o aniversário de Karl Landsteiner, prêmio Nobel pela descoberta do sistema de grupos de sangue ABO.

Fonte: MARICELLE LIMA VIEIRA
Assessoria SES

Terapia com testosterona aumenta o risco de infarto

O uso de testosterona tem crescido nos últimos anos. A maior parte do uso se concentra entre homens de meia idade e com idades acima de 65 anos, na expectativa de superar perdas de energia sexual e massa muscular, associadas à diminuição de testosterona. Muitos jovens adeptos do fisiculturismo passaram, também, a usar testosterona e derivados para apressar o ganho de massa muscular. O aumento da venda de testosterona tem sido vertiginosa, segundo fontes do setor, superando a do Viagra no ano de 2013 nos Estados Unidos.

Algumas pesquisas recentes já vinham alertando para os perigos da utilização da testosterona fora das indicações muito rígidas para determinados problemas endocrinológicos. Porém, a maior parte destes estudos não foi conclusiva, devido, principalmente, a limitações metodológicas, o que reduz o seu impacto e aplicabilidade. No entanto, no dia 29 de janeiro último, foi publicado uma pesquisa mais ampla e consistente na revista científica online PLoS One, onde os cientistas conduziram um estudo utilizando uma base de dados de mais de 55 mil indivíduos.

Foi avaliado o risco de infarto agudo do miocárdio pelo acompanhamento da incidência deste evento no período de 90 dias após o início do uso de testosterona. O risco de ataque cardíaco dobrou neste período para homens acima de 65 anos e para aqueles abaixo de 65 anos com história de doença cardíaca. Após os 90 dias, aqueles homens que não continuaram com o tratamento com testosterona retornaram ao risco cardíaco que tinham antes de tomar o hormônio.

Os pesquisadores alertam que não existem evidências que garantam segurança para o uso em jovens sem história de doença cardíaca e que usam o hormônio sem uma indicação médica adequada.

Desde que este tipo de estudo epidemiológico não determina relações de causa e efeito, os possíveis mecanismos pelos quais a reposição de testosterona causaria o ataque cardíaco são especulativos. Um caminho plausível é o provável efeito da testosterona em promover a formação de coágulos, levando a uma obstrução das artérias coronárias e o consequente infarto. Certamente, mais estudos são necessários para esclarecer a biologia desta relação.

Até lá, o uso de testosterona deveria ser restrito às indicações médicas indiscutíveis, e baseado nas melhores evidências científicas disponíveis.

Autor: Equipe ABC da Saúde

DÚVIDA - Tomar remédio vencido faz mal?

Manter em casa um pequeno estoque de medicamentos e um kit básico para curativos pode fazer toda a diferença em algumas situações. Imagine que a pessoa não consegue dormir por causa da dor de cabeça depois de um dia exaustivo de trabalho, ou que a azia não lhe dá sossego ou, ainda, que acordou no meio da noite, ardendo em febre. Nessas horas, ter à mão um analgésico, um antitérmico ou um antiácido pode representar uma solução rápida para alívio da dor e do mal-estar.

Ninguém discorda de que pode ser útil ter em casa alguns remédios considerados de baixo-risco para usar em situações de emergência. O inconveniente é que a farmácia caseira costuma ser um estímulo para a prática perigosa da automedicação. Ao primeiro sinal de dor, indisposição ou mal-estar, o mais comum é a pessoa recorrer a um medicamento conhecido, que está guardado em sua farmacinha particular faz tempo, mesmo que possa ser pouco indicado para aquele caso, ou esteja com o prazo de validade vencido, o que muita gente nem se lembra de levar em consideração no momento da crise.

Tomar um remédio com ação sintomática, de vez em quando, não representa nenhum problema. A questão muda de figura quando não são respeitadas as condições ideais para armazenamento, manuseio e transporte, nem o prazo de validade dos produtos. Da mesma forma, o uso contínuo e indiscriminado de medicamentos, aparentemente inofensivos, pode ser prejudicial à saúde, uma vez que pode mascarar o quadro, retardar o diagnóstico e comprometer o tratamento.

Como já dizia Paracelso, médico e alquimista que viveu entre 1493 e 1541, em pleno século 16, portanto, a diferença entre o remédio e o veneno está apenas na dose.

Prazo de validade dos medicamentos

De acordo com determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, todos os fabricantes são obrigados a estampar nas embalagens, as datas de fabricação (mês e ano) e de validade (mês e ano), assim como o número do lote do medicamento, seja ele controlado ou de venda livre sem apresentação de receita médica.

Essa data-limite para utilização do produto é definida pela própria indústria farmacêutica, com base em testes específicos realizados sob rigoroso controle, para avaliar a estabilidade dos elementos ativos que constam da fórmula. Portanto, ela funciona como um fator de referência, que indica o fim do período de vida útil do medicamento. Ou seja, depois daquela data os laboratórios não mais garantem a capacidade de o produto preservar a potência, eficácia, e segurança.

Considerando que a potência de uma droga começa a cair lentamente assim que é fabricada, está estabelecido que, mantidas as condições ideais de transporte, manuseio, armazenamento e a integridade da embalagem, a data de expiração do prazo de validade de um fármaco é determinada pelo tempo que o princípio ativo leva para perder 10% de sua potência e eficácia original.

Está claro que isso não acontece de uma hora para outra. A efetividade de uma droga vai diminuindo lentamente com o tempo. No entanto, segundo estudos sobre a data de validade das drogas, realizados pelo Food and Drug Administration a pedido dos militares americanos (que eram obrigados a descartar e repor um caríssimo estoque de medicamentos todos os anos), muitos dos produtos investigados conservaram suas condições de uso para além da data de validade definida pelo fabricante. Esses dados foram comentados no site oficial da Harvard Medical School.

A pergunta é: o que pode acontecer se a pessoa tomar um medicamento vencido?

Nesse caso, é preciso considerar duas condições.

Primeira: é sabido que os medicamentos vão perdendo a estabilidade lentamente a partir da data de fabricação, mas que o processo pode levar anos.

Segunda: a data final do prazo de validade é estabelecida pela indústria farmacêutica como forma de atestar que o produto mantém as características de eficácia e segurança até aquele mês e ano, desde que tenha seguido à risca as orientações sobre a melhor forma de armazenar o produto. Depois dessa data, os fabricantes estão dispensados de continuar os testes sobre a estabilidade das substâncias que compõem o medicamento.

Portanto, se a dor de cabeça está tirando sua alegria de viver e você decidiu tomar um analgésico com data de validade vencida há dois ou três dias, talvez a única consequência seja que você vai ter de esperar mais um pouco pelo efeito, uma vez que o medicamento já pode ter perdido parte de sua eficácia.

Agora, se for um remédio de uso contínuo, como os indicados para controle de doenças crônicas (por exemplo a hipertensão e o diabetes), um antibiótico para o tratamento de infecções, ou seja, drogas que perdendo a eficácia podem pôr a vida em perigo, o bom-senso manda não arriscar. O melhor é providenciar um novo medicamento que esteja dentro do prazo de validade e não abusar da sorte.

Descarte de medicamentos vencidos – Logística reversa

A farmácia caseira não pode ser um depósito aleatório de medicamentos armazenados sem nenhum critério e cuidado. Também não deve acumular sobras de remédios que não foram totalmente utilizados, nem frascos com restos de xaropes, colírios, gotas nasais ou para aplicar no ouvido (orelha), ou de suspensões e soluções injetáveis. Sob a forma líquida de apresentação, os medicamentos são sempre mais instáveis do que no estado sólido e têm prazo de validade encurtado, especialmente se a embalagem original tiver sido aberta ou violada.

Sempre vale repetir que remédios devem ser guardados fora do alcance das crianças e longe da umidade, do calor e da exposição solar. Além disso, é fundamental que, periodicamente, sejam descartados os produtos com prazo de validade vencido ou em desuso há muito tempo.

Nessa tarefa é preciso redobrar os cuidados. Nada de jogar os remédios no lixo comum da residência, no ralo da pia ou no vaso sanitário, porque os medicamentos possuem substâncias químicas que podem contaminar a água e o solo. Remédios vencidos e restos de medicamento que não serão mais utilizados devem ser levados até um ponto de coleta credenciado pela Anvisa, em geral, uma farmácia ou drogaria nas proximidades da residência. Esse processo de os medicamentos vencidos retornarem às farmácias a fim de que tenham a destinação final adequada é chamado de logística reversa.

Caso não exista um ponto de coleta na sua região, o recurso é entrar em contato com uma Unidade Básica de Saúde para saber como realizar o descarte seguro desses medicamentos sem prejuízo para o meio ambiente.

Fonte: Maria Helena Varella Bruna

CLÍNICA MED CENTER TANGARÁ DA SERRA

Rua Manoel Gomes Souza, 307-W - Parque Tangará
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HORÁRIO DE ATENDIMENTO:

- De Segunda a Sexta-feira:
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Atendimento em domicílio.

CORPO CLÍNICO:

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CRM-MT 6973

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CRM-MT 6560

Dr. Rafael Vidigal Matos
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PRINCIPAIS ESPECIALIDADES:

- Cardiologia 
- Clínica Geral
- Dermatologia
- Endocrinologia
- Geriatria
- Ginecologia / Obstetrícia
- Neurologia.

CONVÊNIOS:

Univida

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Com especialidades médicas e clínica geral a MED CENTER possui uma estrutura completa para atender você e toda a sua família.

Além de acessível a toda população, você vai se surpreender com a qualidade do atendimento.

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Instituições firmam cooperação para regular serviços do SUS

Para reduzir a judicialização indiscriminada do direito à saúde na atual gestão, o governador Pedro Taques assinou nesta quinta-feira (09.06) um termo de cooperação com membros do Poder Judiciário, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, município de Cuiabá e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT). O documento regulariza as contratualizações e pactuações de serviços e procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso.

"O Governo de Mato Grosso e essas instituições estão pactuando que nós resolveremos as questões operacionais da área da saúde em conjunto, em uma Câmara de Mediação. Isso possibilitará que o cidadão seja atendido em um menor espaço de tempo e que nós não tenhamos as liminares na quantidade que temos hoje", destacou o governador. "Não estamos tirando o direito constitucional do juiz de conceder liminares, mas é possível, a partir desse termo de cooperação resolver um pouco a questão da regulação e da judicialização da saúde".

O termo de cooperação celebrado tem como objetivo a liquidação da demanda reprimida por meio de oferta de procedimentos, medicamentos, consultas, exames, além de órteses, próteses e materiais específicos (OPMEs), que serão executados em diferentes planos físico-financeiros, de acordo com a responsabilidade de cada instituição. A adequação do fluxo de atendimento dessa demanda reprimida será realizada por meio da atualização do Planejamento Pactuado Integrado (PPI).

De acordo com o secretário de Saúde, Eduardo Bermudez, as mudanças serão realizadas gradativamente e o primeiro setor será o de oftalmologia. "Hoje temos uma demanda de serviços superior à oferta, resultante da falta de investimento na área da saúde. Estamos mudando esse cenário, com base no trabalho de alinhamento realizado será possível reorganizar o serviço de regulação e controle do SUS, e faremos isso começando pela oftalmologia".

O gestor ressaltou que o momento é importante para o Mato Grosso servindo, inclusive, de exemplo para os demais estados. Ele explicou também que os investimentos realizados serão provenientes de recursos dos três entes federados União, Estado e Municípios.

Para a presidente em exercício do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino, o termo de cooperação é fruto de um trabalho conjunto entre o executivo e as instituições públicas e o primeiro passo concreto para que Mato Grosso tenha um espaço democrático em que todas as questões relativas à judicialização da saúde possam ser colocadas e estudas, de forma que as soluções mais adequadas surjam e sejam aplicadas. "O cidadão precisa ser bem atendido, mas que não seja por meio de sentença, e a central de mediação proporcionará soluções mais adequadas sem a necessidade de que ele procure um advogado ou defensor público", disse a desembargadora.

Também participaram da assinatura do termo de cooperação o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes; os procuradores-gerais do Município, Rogério Gallo, e do Estado, Patryck Ayala; o representante do Ministério Público do Estado, Alexandre Guedes; o defensor-geral do Estado, Djalma Sabo Mendes, a secretária de Saúde de Cuiabá em exercício, Iracema Queiroz e a presidente do Cosems-MT, Silvia Regina Cremonez.

Fonte: LORRANA CARVALHO 
Assessoria/SES-MT

Governo garante repasse mensal de R$ 325 mil para UPA-Sul

Taques destaca que melhoria da saúde de Cuiabá depende de recursos do Estado

O governador Pedro Taques garantiu nesta quinta-feira (09.06) que o Estado vai repassar ao menos R$ 325 mil por mês para a manutenção da Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA) da Regional Sul, em Cuiabá. No total, a unidade tem capacidade de atender até 350 pacientes por dia ao custo estimado de R$ 1,3 milhão por mês. 

Durante a inauguração, Taques destacou a parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Cuiabá para a saúde da Capital. O governador pontuou que o Estado já ajuda a prefeitura na construção do novo Pronto-Socorro de Cuiabá com R$ 50 milhões, também ajuda com R$ 1 milhão por mês na nova área pediátrica do Pronto-Socorro e com outros R$ 2 milhões por mês para a manutenção do Hospital São Benedito. 

Segundo o governador, as equipes da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS) estudam a transferência que o Estado fará mensalmente. Isso porque a União que deveria repassar R$ 650 mil por mês já anunciou que não terá condições de arcar com os repasses neste momento. 

Apesar disso, o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes garantiu que a unidade começará a atender a população até o dia 1º de julho. O governador Pedro Taques assegurou que não faltarão recursos do Estado para que a UPA possa prestar atendimento ao cidadão cuiabano e dos municípios adjacentes. 

“Não há nenhum prefeito que possa resolver sozinhos os problemas da saúde de suas cidades. Por isso, nós estamos juntos e quero parabenizar a Prefeitura de Cuiabá por mais uma entrega à população. Nós não deixaremos de ajudar no custeio desta UPA”, disse o governador.

Taques destacou que ajuda semelhante será feita em Várzea Grande. Ele garantiu o repasse de R$ 1 milhão por mês para a UPA do Ipase, em Várzea Grande.

O prefeito Mauro Mendes, afirmou que o trabalho conjunto com o Governo do Estado tem sido benéfico para Cuiabá, já que garante a construção de novas unidades como a área pediátrica do Pronto-Socorro e também no Hospital São Benedito. “O governador Pedro Taques cumpre com a sua obrigação e isso é louvável”.

A UPA da Região Sul de Cuiabá está localizada no bairro Pascoal Ramos. Construída com o porte 3, a unidade tem capacidade de atender a demanda de até 300 mil habitantes. Segundo a Prefeitura de Cuiabá, a UPA deve atender 33 bairros e 104 localidades de Cuiabá, além de moradores de outras regiões e até mesmo municípios da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. A UPA tem 1.527 metros de área construída.

Fonte: Thiago Andrade | Gcom-MT

Mato Grosso tem 227 casos de microcefalia notificados

Até 04 de junho foram notificados 227 casos de microcefalia no estado, segundo as definições do Protocolo da Vigilância do Ministério da Saúde. Em comparação com a semana anterior foi registrado mais um caso.

No total, 118 casos foram descartados após reavaliação em consulta médica do perímetro encefálico junto à curva de desenvolvimento infantil estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), constatando que o mesmo estava dentro da normalidade e sem alterações do Sistema Nervoso Central.

Os casos notificados de microcefalia estão distribuídos em 39 municípios de Mato Grosso. A orientação da Secretaria de Estado de Saúde é para que os municípios investiguem os casos para confirmação, de acordo com o Protocolo de Vigilância, e intensifiquem o acompanhamento dos casos pela atenção à saúde.

Notificação

A equipe da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde esclarece que utiliza as definições vigentes no Protocolo do Ministério da Saúde para confirmar ou descartar os casos suspeitos. O Ministério da Saúde considera um caso confirmado após análise clínica radiológica e/ou laboratorial. De acordo com o protocolo, a investigação da causa da microcefalia é realizada somente nos casos notificados que apresentem características clínicas e/ou laboratoriais sugestivas de infecção congênita, para a identificação da infecção pelo vírus zika, entre outros agentes infecciosos.

O documento traz também orientações, como a definição de casos suspeitos de microcefalia durante a gestação, caso suspeito durante o parto ou após o nascimento, critérios para exclusão de casos suspeitos, sistema de notificação e investigação laboratorial. Além disso, há orientações sobre como deve ser feita a investigação epidemiológica dos casos suspeitos e sobre o monitoramento e análise dos dados.

Alteração do perímetro cefálico

O Ministério da Saúde mudou, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o critério para considerar bebês com microcefalia. A medida do perímetro cefálico em recém-nascidos passou de 32 cm para 31,9 cm em meninos e 31,5 cm em meninas. Em dezembro, o parâmetro para diagnóstico da doença já havia diminuído, passando de 33 cm para 32 cm. As alterações têm como objetivo padronizar as referências para todos os países, valendo para bebês nascidos com 37 ou mais semanas de gestação.

Arquivo: Veja o Boletim

Fonte: MARICELLE LIMA VIEIRA
Assessoria SES

Lesões por Esforços Repetitivos (LER / DORT)

L.E.R. (Lesões por Esforço Repetitivo) não é propriamente uma doença. É uma síndrome constituída por um grupo de doenças – tendinite, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, síndrome do desfiladeiro torácico, síndrome do pronador redondo, mialgias -, que afeta músculos, nervos e tendões dos membros superiores principalmente, e sobrecarrega o sistema musculoesquelético. Esse distúrbio provoca dor e inflamação e pode alterar a capacidade funcional da região comprometida. A prevalência é maior no sexo feminino.

Também chamada de D.O.R.T. (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho), L.T.C. (Lesão por Trauma Cumulativo), A.M.E.R.T. (Afecções Musculares Relacionadas ao Trabalho) ou síndrome dos movimentos repetitivos, L.E.R. é causada por mecanismos de agressão, que vão desde esforços repetidos continuadamente ou que exigem muita força na sua execução, até vibração, postura inadequada e estresse. Tal associação de terminologias fez com que a condição fosse entendida apenas como uma doença ocupacional, e que existem profissionais expostos a maior risco: pessoas que trabalham com computadores, em linhas de montagem e de produção ou operam britadeiras, assim como digitadores, músicos, esportistas, pessoas que fazem trabalhos manuais, por exemplo tricô e crochê.

Diagnóstico

O diagnóstico é basicamente clínico. O mais importante é determinar a causa dos sintomas para eleger o tratamento adequado. Para tanto, muitas vezes, é preciso recorrer a uma avaliação multidisciplinar.

Sintomas

Os principais sintomas são: dor nos membros superiores e nos dedos, dificuldade para movimentá-los, formigamento, fadiga muscular, alteração da temperatura e da sensibilidade, redução na amplitude do movimento, inflamação.

É importante destacar que, na maioria das vezes, esses sintomas estão relacionados com uma atividade inadequada não só dos membros superiores, mas de todo o corpo, que se ressente, por exemplo, se houver compressão mecânica de uma estrutura anatômica, ou se a pessoa ficar sentada diante do computador ou tocando piano por oito, dez horas seguidas.

Tratamento

Nas crises agudas de dor, o tratamento inclui o uso de anti-inflamatórios e repouso das estruturas musculoesqueléticas comprometidas. Nas fases mais avançadas da síndrome, a aplicação de corticóides na área da lesão ou por via oral, fisioterapia e intervenção cirúrgica são recursos terapêuticos que devem ser considerados.

Os conhecimentos da ergonomia, ciência que estuda a melhor forma de atingir e preservar o equilíbrio entre o homem, a máquina, as condições de trabalho e o ambiente com o objetivo de assegurar eficiência e bem-estar do trabalhador, têm-se mostrado muito úteis no tratamento e prevenção da L.E.R.

Recomendações

* Procure manter as costas eretas, apoiadas num encosto confortável e os ombros relaxados enquanto estiver trabalhando sentado. Cuide também para que os punhos não estejam dobrados. A cada hora, pelo menos, levante-se, ande um pouco e faça alongamentos;

* Certifique-se de que a cadeira e/ou banco em que se senta para trabalhar sejam adequados ao tipo de atividade que você exerce;

* Não imagine que L.E.R. é uma síndrome que acomete apenas as pessoas que trabalham em determinadas funções. Quem usa o computador, por exemplo, para o lazer durante horas a fio, também está sujeito a desenvolver o distúrbio;

* Veja bem: qualquer região do corpo pode ser afetada por L.E.R. desde que seja exposta a mecanismos de traumas contínuos. Portanto, a síndrome pode manifestar-se em regiões do corpo como a coluna lombar, se a sobrecarga ocorrer na coluna lombar ou no tendão do calcâneo (tendão de Aquiles), se a pessoa caminha ou corre longas distâncias.

Fonte: Dr. Dráuzio Varella

Curso para identificação de lesões bucais começa nesta 3ª feira

O Centro Estadual de Oncologia para Pacientes Especiais (Ceope) promove capacitação para realização de biópsias em lesões bucais. Trinta profissionais entre cirurgiões dentistas, técnicos, auxiliares de saúde bucal e residentes do Hospital Geral Universitário (HGU) e do Hospital de Câncer participarão da capacitação que começa nesta terça-feira (07) e segue até quinta-feira (09) de junho, no auditório do Hospital de Câncer. A inscrição é um quilo de alimento não perecível.

A gerente técnica do Ceope, Ana Carolina Landgraf, destaca que entre as inúmeras atribuições da unidade está a prestação de serviço permanente de diagnóstico das lesões bucais e das formas de prevenção das doenças de boca e da face. "A equipe de profissionais precisa ser constantemente qualificada, de modo a responder às necessidades de atualização profissional, em especial sobre as técnicas cirúrgicas e de exames laboratoriais disponíveis para o adequado diagnóstico e tratamento das lesões de boca", explica a gerente.

A gerente acrescenta que o curso será ministrado pela cirurgiã dentista e servidora pública estadual, Diuriane França, estomatologista e doutora em Ciências Odontológicas.

Durante a capacitação será validado o protocolo interno de referência e contra-referência do serviço de diagnóstico bucal da unidade que irá agilizar e otimizar os recursos disponíveis para o adequado diagnóstico e tratamento de lesões.

Fonte: MARICELLE LIMA VIEIRA
Assessoria SES

STUDIO ACROPILATES

Rua Júlio M. Benevides, 121-E - Centro
Fone: (065) 3326-4417
Cel: (065) 99965-6745
Cep: 78300-000
Tangará da Serra - MT

HORÁRIO DE ATENDIMENTO:

Das 06:00 às 12:00hs
Das 14:00 às 20:00hs.

CORPO CLÍNICO:

Dra. FT. Tatiane Peres
Crefito: 9-185335-F
Fisioterapeuta

PÚBLICO:

. Crianças
. Gestantes
. Mulheres
. Homens e
. Idosos.

OBSERVAÇÕES:

. Pilates Completo
. Aparelhos e Acessórios
. Mat Pilates - Solo e Bola
. AeroPilates / AcroPilates.
. Treinamento Suspenso no Pilates e no Slide Board.

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Noventa e três casos de microcefalia são descartados

Dos 227 casos notificados de microcefalia em Mato Grosso, 93 foram descartados, 118 permanecem em investigação e 15 foram confirmados. Foram notificados 13 mortes, sendo dois confirmados por microcefalia, oito estão em investigação e três foram descartados.

Os casos notificados estão distribuídos em 39 municípios de Mato Grosso, sendo a maioria deles em Rondonópolis (88 casos). A orientação da Secretaria de Estado de Saúde é para que os municípios investiguem os casos para confirmação, de acordo com o Protocolo de Vigilância, e intensifiquem o acompanhamento dos casos pela atenção à saúde.

Notificação

A equipe da Vigilância Epidemiológica da SES esclarece que utiliza as definições vigentes no Protocolo do Ministério da Saúde para confirmar ou descartar os casos suspeitos. O Ministério considera um caso confirmado após análise clínica radiológica e/ou laboratorial.

De acordo com o Protocolo, a investigação da causa da microcefalia é realizada somente nos casos notificados que apresentem características clínicas e/ou laboratoriais sugestivas de infecção congênita, para a identificação da infecção pelo vírus zika, entre outros agentes infecciosos.

O documento traz também orientações, como a definição de casos suspeitos de microcefalia durante a gestação, caso suspeito durante o parto ou após o nascimento, critérios para exclusão de casos suspeitos, sistema de notificação e investigação laboratorial. Além disso, há orientações sobre como deve ser feita a investigação epidemiológica dos casos suspeitos e sobre o monitoramento e análise dos dados.

Alteração do perímetro cefálico

O Ministério da Saúde mudou o critério, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), para considerar bebês com microcefalia. A medida do perímetro cefálico em recém-nascidos passou de 32 cm para 31,9 cm em meninos e 31,5 cm em meninas. Em dezembro, o parâmetro para diagnóstico da doença já havia diminuído, passando de 33 cm para 32 cm. As alterações têm como objetivo padronizar as referências para todos os países, valendo para bebês nascidos com 37 ou mais semanas de gestação.

Arquivo: Veja o Boletim

Fonte: MARICELLE LIMA VIEIRA
Assessoria SES

CLÍNICA ODONTOLÓGICA VIVATTI

Dra. Neiva Iagla Belai
CRO -MT 5511
Rua Manoel Dionísio Sobrinho, 144-S - Centro
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Cel: (065) 9967-8855
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HORÁRIO DE ATENDIMENTO:

Das 08:00 às 12:00hs
Das 14:00 às 18:00hs.

ESPECIALIDADES:

. Cirurgiã Dentista
. Endodontia
. Dentística Estética e Restauradora
. Cirurgia
. Implantodontia 
. Ortodontia e 
. Prótese.

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Governo investe mais de 1,9 bilhão em ações e serviços de saúde

O Governo do Estado investiu no decorrer do ano de 2015 e no primeiro quadrimestre de 2016 o valor de R$ 1.899.812,60 em ações e serviços de saúde. Deste total, R$ 1.592.798,40 são provenientes do Tesouro do Estado, o que reforça o compromisso da gestão em buscar melhorias para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados foram apresentados nesta semana, durante audiência pública da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso para prestação de contas da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS).

Das despesas totais com saúde realizadas em 2015 houve um aumento 176,7 milhões de reais em comparação ao ano de 2014, quando 998 milhões foram investidos. Somente nos quatros primeiros meses desse ano, já foram gastos R$ 481.533,10, sendo 220,4 milhões relativos ao pagamento de servidores e encargos sociais.

O secretário de Saúde, Eduardo Bermudez, afirmou que apesar da situação nacional da saúde pública, os números apresentados, embora ainda não sejam ideais, são satisfatórios. "Sem perder o estimulo que é trabalhar com a saúde, sem perder o estímulo que é trabalhar com o Governo do Estado e sem perder o estímulo que é trabalhar com os servidores estamos apresentando esses números com muita satisfação. A União desembarcou da saúde pública, mas nós não podemos deixar nossa população desassistida, por isso estamos fazendo e faremos muito mais para que os serviços ofertados tenham a qualidade que almejamos e que os usuários do SUS merecem".

O gestor destacou, ainda, que o estado passou por um longo período em que os investimentos na área da saúde foram realizados de forma inadequada, o que resultou em serviços precários. "Mato Grosso passou 12 anos sem investimentos no setor da saúde. Em 2015 começamos a reverter essa realidade e aumentamos os investimentos com recursos próprios de 8,3 para 18,2 milhões de reais, além de manter os recursos totais comprometidos com ações de saúde acima do montante de recursos preconizado legalmente, que é de 12%", explica o gestor.

Outro ponto destacado na prestação de contas foi o aumento de leitos de UTI implantados no estado. Ao todo foram 49 leitos apenas em 2015. Além disso, houve uma diminuição das despesas pagas referente às demandas judiciais e um aumento nos valores transferidos para os municípios. Em 2015, foram gasto R$ 46.854.606,45 com sentenças judiciais e repassados R$ 163.037.457,18 para os 141 municípios mato-grossenses.

Além do demonstrativo da utilização dos recursos, a apresentação realizada pelas assessoras técnicas Karem Dall"Acqua Vargas e Luceni Grassi de Oliveira abordou também uma análise situacional da saúde, com enfoque na demografia e dados de morbimortalidade da população mato-grossense.

O presidente da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, deputado Emanuel Pinheiro, ressaltou a importância da audiência como um controle social e efetiva participação da sociedade no debate sobre a saúde pública e cobrou que haja mais transparência nos números referente à aplicação da verba.

Também participaram da audiência pública os secretários adjuntos da SES Wanderson de Jesus Nogueira (Área Sistêmica), Maria Salete Ribeiro (Regionalização, Políticas e Atenção a Saúde), Maria Gabriela Boabaid Teixeira (Regulação) e Werley Peres (Serviços de Saúde). Ainda estiveram presentes os deputados Leonardo Albuquerque e Janaina Riva, além do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde e do Meio Ambiente (SISMA), Oscarlino Alves, o vereador por Cuiabá, Paulo Araújo e servidores da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Fonte: LORRANA CARVALHO Assessoria/SES-MT