Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Esses neurônios são células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença.

Não se conhece a causa específica para a esclerose lateral amiotrófica. Parece que a utilização excessiva da musculatura favorece o mecanismo de degeneração da via motora, por isso os atletas representam a população de maior risco.

Outra causa provável é que dieta rica em glutamato seja responsável pelo aparecimento da doença em pessoas predispostas. Isso aconteceu com os chamorros, habitantes da ilha de Guan no Pacífico, onde o número de casos é cem vezes maior do que no resto do mundo. Estudos recentes em ratos indicam que a ausência de uma proteína chamada parvalbumina pode estar relacionada com a falência celular característica da ELA, uma doença relativamente rara (são registrados um ou dois casos em cada cem mil pessoas por ano, no mundo), que acomete mais os homens do que as mulheres, a partir dos 45/50 anos.

Apesar das limitações progressivas impostas pela evolução da doença, o paciente costuma ser uma pessoa dócil, amorosa, alegre, que preserva a capacidade intelectual e cognitiva e raramente fica deprimida.

Sintomas

O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros: cãibras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.

Diagnóstico

A doença é de difícil diagnóstico. Em grande parte dos casos, o paciente passa por quatro, cinco médicos num ano, antes de fechar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

Tratamento

O tratamento é multidisciplinar sob a supervisão de um médico e requer acompanhamento de fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas.

A pesquisa com os chamorros serviu de base para o desenvolvimento de uma droga que inibe a ação tóxica do glutamato, mas não impede a evolução da doença. Os experimentos em curso com animais apontam a terapia gênica como forma não só de retardar a evolução, como possibilidade de reverter o quadro.

Recomendações

* O diagnóstico e o início precoce do tratamento são dois requisitos fundamentais para retardar a evolução da doença. Não subestime os sintomas, procure assistência médica;

* Embora a ELA seja uma doença degenerativa irreversível, não há como fazer prognósticos. Em alguns casos, a pessoa vive muitos anos e bem;

* A relação do paciente com a equipe médica e familiares é sempre muito rica. Ele está sempre animado e procurando alternativas para enfrentar as dificuldades do dia a dia;

* Pelo menos aparentemente, o portador da doença costuma sofrer menos do que o cuidador, que precisa aprender a maneira correta de tratar do doente, sem demonstrar que teme por sua morte iminente.

Fonte: Dr. Drauzio Varella

Estado divulga dados de dengue de 1 de janeiro a 28 de agosto de 2014

De acordo com os dados do SINAN online, de 1º janeiro a 28 de agosto de 2014, o Estado de Mato Grosso registrou 9.597 casos notificados de dengue, com 07 ocorrências de óbitos, sendo 05 confirmados (01 Cuiabá, 01 em Sinop e 01 em Rondonópolis, 01 em Alto Paraguai e 01 em Alta Floresta) e 02 em investigação (01 em Tapurah e 01 em Nova Olímpia)

Cuiabá registrou 1.073 casos, Rondonópolis 537 casos, Sinop 2.664 casos e Várzea Grande 379 casos.

No ano de 2013 as notificações no mesmo período foram de 42.474 casos notificados no Estado.

CUIDADOS - Combata os focos do mosquito em sua casa, seguindo as seguintes orientações: Limpe calha dos telhados; limpe os pratinhos dos vasos de plantas; mantenha piscinas limpas; não deixe formar poças dágua; elimine qualquer tipo de material que possa acumular água; garrafas ou recipientes sempre virados de boca para baixo; pneus mantidos em locais cobertos para não acumular água; tampe bem as caixas dágua e os poços.

Fonte: Anderson Acendino SES/MT

Herpes Genital

Herpes genital é uma doença sexualmente transmissível de alta prevalência, causada pelo vírus do herpes simples (HSV), que provoca lesões na pele e nas mucosas dos órgãos genitais masculinos e femininos. Uma vez dentro de um organismo, dificilmente esse vírus será eliminado, porque se aproveita do material fornecido pelas células do hospedeiro para sua replicação. Além disso, como se esconde dentro das raízes nervosas, o sistema imunológico não tem acesso a ele.

Existem dois tipos de HSV:

a) O tipo 1, responsável pelo herpes facial, manifesta-se principalmente na região da boca, nariz e olhos;

b) O tipo 2 que acomete principalmente a região genital, ânus e nádegas.

O período de incubação varia de dez a quinze dias após a relação sexual com o/a portador/a do vírus, que pode ser transmitido mesmo na ausência das lesões cutâneas ou quando elas já estão cicatrizadas.

Herpes genital na gravidez pode provocar abortamento espontâneo, uma vez que existe a transmissão vertical do vírus. E mais: herpes congênito é uma doença extremamente grave e letal.

Características das lesões

Pequenas vesículas que se distribuem em forma de buquê nos genitais masculinos e femininos. Às vezes, elas estão presentes dentro do meato uretral ou, por contigüidade, podem atingir a região anal e peri-anal, de onde se disseminam se o sistema imunológico estiver debilitado.

As lesões do herpes genital costumam regredir espontaneamente, mesmo sem tratamento, nos indivíduos imunocompetentes. Nos imunossuprimidos, porém, elas adquirem dimensões extraordinárias.

Primo-infecção e recidivas

A primeira infecção pode ser muito agressiva e longa, porque o vírus do herpes genital (HSV) é um elemento estranho e não houve tempo ainda para o sistema de defesa desenvolver estratégias para combatê-lo. Já as recidivas costumam ser menos graves, porque o organismo criou anticorpos capazes de tornar a doença autolimitada, mas permanece o risco de recidivas.

Sintomas

Ardor, prurido, formigamento e gânglios inflamados podem anteceder a erupção cutânea. São os sinais prodômicos da infecção.

As manchas vermelhas que aparecem alguns dias mais tarde evoluem para vesículas agrupadas em forma de buquê. Depois, essas pequenas bolhas cheias de líquido se rompem, criam casca, cicatrizam, mas o vírus migra pela raiz nervosa até alojar-se num gânglio neural, onde permanece quiescente até a recidiva seguinte.

Tratamento

O aciclovir é uma droga usada para o tratamento do herpes genital. Ele necessita da ação enzimática do vírus para destruí-lo ou impedir que mantenha sua cadeia de replicação. No entanto, quando o vírus está recolhido no gânglio neural, esse remédio não faz efeito.

Recomendações

* A melhor maneira de prevenir o herpes genital e usar preservativo nas relações sexuais e evitar múltiplos parceiros;

* Mesmo que a mulher não tenha lesões visíveis, deve informar o médico de que é portadora do vírus do herpes genital, se pretende engravidar;

* Apesar de as lesões regredirem espontaneamente nas pessoas com resposta imune satisfatória e as recidivas serem menos graves do que a primeira infecção, elas podem continuar transmitindo o vírus do herpes genital.

Fonte: Dr. Drauzio Varella

INTERNACIONAL - Brasil sedia debate com agências reguladoras de medicamentos

Garantir o acesso da população a produtos de alta tecnologia, com qualidade e segurança, é um dos desafios do setor de regulação de medicamentos 

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participou nesta terça-feira (26) da abertura do 16ª International Conference of Drug Regulatory Authorities (ICDRA), no Rio de Janeiro (RJ). O evento, que acontece até o dia 29 de agosto, reúne autoridades das agências reguladoras de medicamentos dos países membros da Organização Mundial de Saúde (OMS). Entre os atuais desafios do setor apontados pelo governo brasileiro está a garantia do acesso às inovações em saúde com qualidade e segurança.

“As agências reguladoras têm assumido um papel muito importante, em um momento que o mundo vive uma constante transformação, no qual, inovações e tecnologias surgem em alta velocidade e geram grandes desafios e responsabilidades em nossa tarefa de assegurar qualidade, segurança e eficiência nos produtos e insumos para a saúde”, destacou o ministro Chioro. Ele ainda ponderou que sistemas de saúde devem ter como eixo estruturante uma politica de assistência farmacêutica que garanta segurança e ampliação permanente do acesso a medicamentos à população.

Além de garantir assistência pública gratuita, o Ministério tem trabalhado na expansão do acesso a medicamentos com o programa Aqui Tem Farmácia Popular, que é um exemplo e tem gerado interesse de outros países. Com este programa, foram firmados convênios com mais de 30 mil farmácias privadas que disponibiliza remédios gratuitos para hipertensão, diabetes e asma, e oferece redução de 90% do preço para medicamentos para Parkinson, glaucoma e outras enfermidades. De 2011 a julho de 2014, o programa já beneficiou mais de 30 milhões de brasileiros.

O orçamento do Ministério da Saúde para a compra de medicamentos da Assistência Farmacêutica cresceu 78% entre os anos de 2010 e 2014. Em 2010 foram investidos R$ 6,9 bilhões e em 2014 o orçamento previsto é R$ 12,4 bilhões.

PARCERIAS – O Ministério da Saúde tem buscado investir cada vez mais em parcerias para a produção de medicamentos e vacinas. Atualmente, o Ministério possui 104 parcerias de desenvolvimento de produtos (PDPs) envolvendo 19 laboratórios públicos e 57 privados. Esses acordos preveem o desenvolvimento de 101 produtos (66 medicamentos, 7 vacinas e 28 produtos para saúde).As PDPs são destinadas à transferência de tecnologia entre instituições públicas e privadas e às encomendas tecnológicas vinculadas às demandas de produtos estratégicos para SUS. 

Além disso, as parcerias existentes irão contribuir para a produção de medicamentos biológicos, contribuindo para expansão do tratamento de algumas doenças no SUS. Ao todo, já são disponibilizados à população 26 biofármacos para tratamento de hepatites, artrite reumatoide, vacinas e doenças crônicas. Os biofarmácos aumentam as possibilidades de sucesso no tratamento principalmente para doenças crônicas. Apesar dos medicamentos biológicos equivalerem a cerca de 5% dos medicamentos comprados pelo Ministério da Saúde, eles representam 49% dos gastos da pasta.

Por Vera Stumm, da Agência Saúde

Os riscos associados à obesidade infantil

Um estudo já publicado acompanhou várias crianças até à idade adulta, e descreve que as crianças mais obesas têm duas vezes mais hipóteses de morrer prematuramente, antes de atingirem os 55 anos de idade.

Os jovens adultos com pré-diabetes apresentam o dobro do risco de morrer enquanto são novos. O mesmo acontece com aqueles que apresentam uma tensão arterial elevada. No entanto, a obesidade foi um dos fatores que se correlacionou de forma mais forte com a morte prematura.

O New England Journal Of Medicine publicou um estudo que revelou dados sobre tribos Índias com taxas elevadas de diabetes Tipo 2 e obesidade quando essa situação ainda não era a norma no país. Este foi um dos maiores estudos publicados a acompanhar crianças durante décadas e envolvendo informações relacionadas com o peso e fatores de saúde, como níveis de colesterol elevado.

As sugestões levantadas neste estudo explicam que as crianças obesas podem estar expostas a riscos de saúde muito sérios e que as acompanham ao longo da vida. A obesidade infantil acciona vários problemas de saúde que afetam a esperança de vida do individuo.

Quase uma em cada três crianças americanas apresenta excesso de peso. Esta é a razão pela qualMichelle Obama, a Primeira-dama, deu início a uma campanha contra a obesidade infantil.

O estudo realizado com crianças Índias reuniu dados oriundos de mais de 5000 crianças sem diabetes, nascidas entre 1945 e 1984. Ao aproximarem-se dos 11 anos de idade os seus índices de massa corporal, níveis de glucose, pressão arterial e colesterol foram medidos. Em 2003 mais de 500 destas crianças haviam morrido. Mais de 160 haviam morrido em consequência de doenças como a diabetes, o cancro, overdoses ou doenças cardiovasculares. Os adultos com índices de massa corporal elevada enquanto crianças apresentavam duas vezes mais hipóteses de morrer prematuramente. Aqueles com níveis de glucose acima de 70% encontravam-se em maior risco de morrer prematuramente.

Edward W. Gregg, membro do ramo da diabetes no Centers For Diabetes Control And Prevention afirma que “estes dados apontam responsabilidades à pré-diabetes que nunca antes haviam sido identificadas “. Os estudos médicos indicam que a pré-diabetes entre adultos encerra desfechos adversos para a saúde. Esta relação ainda não foi clarificada para as crianças. Já existem alguns estudos a longo prazo que abordam condições como a pré-diabetes em crianças, acompanhando-as no percurso até à idade adulta.

Este estudo concluiu que a tensão arterial elevada nas crianças era um fraco previsor para a morte prematura e que os níveis elevados de colesterol não se encontravam relacionados com uma morte prematura. No entanto, há quem sugira que estes fatores são facilmente controláveis pela medicina.

Embora a população Índia não seja representativa do resto da população americana, este estudo ensina-nos algo. Por norma, este grupo étnico tem estado algumas décadas avançado em relação ao resto do país no que toca à obesidade.

Basicamente, a mensagem que pode ser retirada deste tipo de estudos é que todas as crianças obesas devem ser monitorizadas com regularidade. Mesmo que os sinais vitais pareçam normais, alguns problemas perigosos surgem e desenvolvem-se com extrema rapidez.

É vital assumir uma atitude ativa na luta contra a obesidade infantil. Todas as crianças devem praticar exercício físico com regularidade. Esta geração de crianças tende a ser preguiçosa e a preferir aparelhos eletrónicos à atividade física. A dieta também ocupa um papel fundamental. Uma dieta equilibrada começa em casa. Os pais devem fazer o esforço consciente de comer e servir alimentos mais saudáveis aos seus filhos. Nunca é tarde de mais para adotar um estilo de vida saudável. Não é necessariamente importante estar preocupado com os números na balança. É muito mais importante monitorizar o interior do corpo. É necessário verificar os níveis de açúcar e de colesterol, e mantê-los a normais. Não é difícil combater a obesidade infantil, só é necessária alguma determinação.

Assessoria

OSTEOPOROSE

Osteoporose é uma condição metabólica que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e aumento do risco de fraturas.

Para entender o que acontece, é preciso lembrar que os ossos são compostos de uma matriz na qual se depositam complexos minerais com cálcio. Outra característica importante é que eles estão em constante processo de renovação, já que são formados por células chamadas osteoclastos encarregadas de reabsorver as áreas envelhecidas e por outras, os osteoblastos, cuja função de produzir ossos novos. Esse processo permanente e constante possibilita a reconstituição do osso quando ocorrem fraturas e explica por que a mais ou menos a cada dez anos o esqueleto humano se renova por inteiro.

Com o tempo, porém, a absorção das células velhas aumenta e a de formação de novas células ósseas diminui. O resultado é que os ossos se tornam mais porosos, perdem resistência. Perdas mais leves de massa óssea caracterizam a osteopenia. Perdas maiores são próprias da osteoporose e podem ser responsáveis por fraturas espontâneas ou causadas por pequenos impactos, como um simples espirro ou uma crise de tosse, por exemplo.

Na maioria dos casos, a osteoporose é uma condição relacionada com o envelhecimento. Ela pode manifestar-se em ambos os sexos, mas atinge especialmente as mulheres depois da menopausa por causa da queda na produção do estrógeno.(Leia +)

Fonte: Dr: Drauzio Varella

Pesquisa inédita mostra percepção do brasileiro sobre a saúde no país

Para 93% dos eleitores, serviços de saúde são regulares, ruins ou péssimos. O SUS recebeu avaliação negativa de 87% da população.

Para 93% dos eleitores brasileiros, os serviços públicos e privados de saúde no país são regulares, ruins ou péssimos. O Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu avaliação negativa de 87% da população. Este é o resultado de uma pesquisa inédita encomendada pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Paulista de Medicina e realizada pelo Instituto Datafolha.

“As pessoas estão insatisfeitas porque não têm aquilo que necessitam. É uma questão de percepção. É uma pesquisa de percepção”, diz o presidente do Conselho Federal de Medicina Roberto Luiz D’Ávila.

Os pontos mais críticos estão relacionados ao acesso e ao tempo de espera para atendimento. Metade dos entrevistados que precisaram do SUS relataram ser difícil ou muito difícil conseguir acesso aos serviços, especialmente a cirurgias, atendimento médico domiciliar e procedimentos específicos como hemodiálise e quimioterapia.

Entre os entrevistados, pelo menos 30% declararam estar aguardando ou ter alguém na família aguardando a marcação ou realização de consulta, exame, procedimento ou cirurgia pelo SUS.
Até mesmo pessoas que possuem planos de saúde, 22% deles, disseram que aguardam algum tipo de atendimento pela rede pública.

Só dois entre cada dez entrevistados conseguiram ser atendidos em até um mês, enquanto quase metade da população encarara espera de um a seis meses. Uma parcela 29% da população aguarda há mais de seis meses, sendo que mais da metade deles relata estar na fila há mais de um ano.

A abrangência do estudo foi nacional, incluindo regiões metropolitanas, cidades do interior de diferentes portes e moradores nas cinco regiões do país. Foram ouvidas 2.418 pessoas, entre homens e mulheres, com idade superior a 16 anos, 60% delas residentes no interior, entre os dias três e dez de junho.

Fonte: Jornal Hoje

Secretaria de Estado de Saúde informa sobre o calendário de vacina contra a Hepatite A

A vacina contra a Hepatite A estará disponível na maior parte dos municípios do Estado de Mato Grosso a partir de hoje (18 de agosto), exceto nas regionais de Diamantino, Sinop, Peixoto de Azevedo e Alta Floresta. Para essas regionais e seus municípios de abrangência a vacinação deve começar dia 17 de setembro.

A Secretaria de Estado de Saúde completa a distribuição no mês de setembro e este fato não acarretará qualquer problema para as crianças do Estado, visto que a vacina irá compor o calendário básico de vacinação. O Ministério da Saúde em portaria deixou a critério dos Estados a distribuição, bem como a definição de data para inicio da campanha.

A vacina contra a Hepatite A faz parte do Programa Nacional de Imunização em parceria com as Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde, que tem como objetivo prevenir ocorrência dessa doença em crianças. Tem direito a vacina, somente crianças de 1 ano a 1 ano e onze meses e vinte nove dias. 

Fonte: CIDA CAPELASSI Assessoria SES/MT

Ministério da Saúde desmente boato sobre caso de ebola no Brasil

Texto que originou boato diz que nigeriano teria morrido de ebola no Brasil. Até o momento, não há casos suspeitos ou confirmados da doença no país.

O Ministério da Saúde divulgou uma nota, nesta sexta-feira (15), para esclarecer que não há casos suspeitos ou confirmados de ebola no Brasil. A divulgação foi uma resposta a um boato que, segundo o Ministério, tem circulado por meio das redes sociais e de mensagens no aplicativo Whatsapp.

O texto que deu origem ao boato afirma que um nigeriano teria sido internado no Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HUUFMA), em São Luís, com sintomas de ebola, e que teria morrido dias depois.

Neste sábado, o HUUFMA também divulgou nota afirmando que não existe nenhum caso de paciente internado na instituição com o vírus ebola. "A informação divulgada pelas redes sociais é inverídica, com intuito de causar pânico na população", afirma o comunicado, assinado pela assessoria de comunicação do HUUFMA.

A nota do Ministério da Saúde lembra que, de acordo com os dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os países acometidos pelo surto do vírus ebola são Guiné, Libéria e Serra Leoa. "Como a doença é transmitida pelo contato direto com sangue, secreções, órgãos e outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, a transmissão para outros continentes é considerada como pouco provável", afirma a pasta.

Do G1 em São Paulo

Culinária detox: elimine agrotóxicos, lactose e glúten

Foi ao rodízio de pizza? Não resistiu aos doces? Tomou muitos drinques? Ou seja, exagerou na comilança? Então é hora de fazer uma desintoxicação! “A dieta detoxajuda a eliminar as toxinas que ficam armazenadas no tecido adiposo e no fígado, principalmente”, explica a nutricionista Carol Morais, que trabalha com o programa Detox Delivery Gourmet de oficinas de culinária saudável. Segundo ela, a detox também contribui para a perda de peso, pois diminui o inchaço no corpo e melhora o funcionamento metabólico e hormonal.

Carol sugere incluir no cardápio receitas que tenham ingredientes frescos e orgânicos. Evite os vegetais com agrotóxicos. Esses venenos não são metabolizados pelo organismo, sobrecarregando o sistema digestivo.

Outra dica da nutricionista é cortar o glúten por um período. Ele é uma proteína de difícil digestão e pode causar inflamação no corpo. Sem ele, o metabolismo pode funcionar melhor. Essa substância é encontrada em cereais como trigo, cevada, malte e aveia.

Mais uma sugestão: restringir também o consumo de lactose. Ela é um carboidrato que pode causar reações desagradáveis como gases, estufamento, diarreia, entre outros problemas. Ela está no leite e nos seus derivados, como iogurte, queijos, requeijão etc.

E o que incluir na dieta? Verduras, legumes e frutas! Carol costuma ensinar vários pratos saudáveis em suas oficinas de detox. Um deles é a quinoa marroquina. “Aquinoa é uma excelente fonte de carboidrato, aminoácidos essenciais, fibra e é livre de glúten. Também fazem parte da receita abóbora (rica em vitaminas), hortelã (que auxilia na digestão), tomate cereja (repleto de antioxidantes) e cominho (acelerador do metabolismo). Quer aprender esta e outras receitinhas? A próxima oficina será no Ateliê das Ideias, dias 12 e 13 de novembro, no Rio de Janeiro.

Por Patrícia Giuffrida - Mdemulher

MERCADO - Saúde cria nova regulação para a produção nacional de medicamentos e equipamentos

Proposta amplia o monitoramento do governo federal e define prazo para que as empresas concorram com projetos. Consulta pública está aberta

O Ministério da Saúde coloca em consulta pública a portaria que estabelece os critérios para a realização das Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDP). É a consolidação de um novo marco regulatório adotado pelo governo federal na gestão dos acordos entre instituições públicas e privadas que visam produzir medicamentos, equipamentos e materiais estratégicos para o SUS. Entre os principais ganhos está o fortalecimento do monitoramento por parte do governo federal e a definição de prazos para as empresas apresentarem as propostas de transferência tecnológica.(Leia +)

Por Fabiane Schmidt e Silvia Cavichioli, da Agência Saúde

ALIMENTOS PROCESSADOS - Acordo retira mais de mil toneladas de sódio de produtos industrializados

Parceria entre Ministério da Saúde e Abia garantiu redução de sal em pães de forma, bisnaguinhas e macarrões instantâneos. Pesquisa mostra que os brasileiros têm uma percepção equivocada sobre a quantidade correta de sal a ser consumida diariamente

As indústrias alimentícias, em um ano, reduziram 1.295 toneladas de sódio em três tipos de alimentos: pão de forma, bisnaguinhas e macarrão instantâneo. A previsão é que a retirada deste item, que começou em 2011, alcance mais de 1,8 mil toneladas até o fim deste ano. Esses ganhos na alimentação do brasileiro são resultados do acordo de cooperação entre o Ministério da Saúde e a Associação das Indústrias da Alimentação (Abia) para monitoramento do uso de sódio em alimentos industrializados.(Leia +)

Por Vera Stumm, da Agência Saúde 

Ebola: 6 coisas que você deve saber a respeito

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a epidemia atual de ebola (no oeste da África) é a pior de que se tem registro na história. A seguir, destacamos algumas das principais dúvidas sobre a doença.

1. O que é ebola?
Ebola é um vírus altamente infeccioso que, em humanos, causa uma doença aguda grave que leva o mesmo nome. O Ebola é uma das doenças mais mortais que existem, sua taxa de mortalidade pode chegar a 90%, motivo pelo qual causa pânico nas populações infectadas.

2. Como é a sua transmissão?
O Ebola pode ser contraído tanto de humanos como de animais.

A transmissão do vírus se dá pelo contato direto com sangue, fluidos corporais ou tecidos de pessoas infectadas. Segundo registros, existem casos em que a transmissão se deu através da manipulação de animais selvagens infectados ou mortos.

3. Quais são os sintomas da doença?
Os sintomas iniciais são febre, fraqueza extrema, dores musculares e dor de garganta. Posteriormente, o paciente pode sofrer de vômitos, diarreias e, em alguns casos, hemorragia interna e externa.

4. E o diagnóstico?
Como os primeiros sintomas são comuns a outras doenças, as infecções por Ebola só podem ser diagnosticadas definitivamente em laboratório.

5. Existe tratamento?
Como ainda não existe tratamento ou vacina específicos para a doença, o tratamento consiste em rotina de terapia e suporte geral.

6. Existe o risco de uma epidemia global?
A OMS considera baixo o risco de contágio entre pessoas que viajam a regiões endêmicas, entretanto, a organização divulgou na semana passada um comunicado exigindo que os governantes dessas regiões adotem medidas “drásticas” para combater o surto atual diante da preocupação com a possibilidade de transmissão a países vizinhos.

Em humanos, a doença está limitada majoritariamente à África, embora exista o registro de um caso nas Filipinas.

Fonte: Organização Mundial de Saúde - OMS

Ministério da Saúde vai lançar novo Guia Alimentar

Publicação passou por mudanças para se adequar ao hábito alimentar do brasileiro

Para orientar a população brasileira a ter uma alimentação saudável, o Ministério da Saúde deve lançar, no segundo semestre deste ano, uma nova versão do Guia Alimentar.
Publicado em 2006, o guia traz, por exemplo, dicas nutricionais, instruções sobre o número adequado de refeições por dia e testes sobre a qualidade da alimentação e peso ideal.

Nos últimos anos, a publicação passou por algumas mudanças para se adequar ao hábito alimentar do brasileiro, conforme explica a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime.

"Os organismos internacionais como a Organização Mundial da Saúde, OMS e a FAO, que é a Organização para Alimentação e Agricultura, sempre recomendam que os países, o Ministério da Saúde, ele reveja de tempos em tempos os guias alimentares.

É um instrumento de educação alimentar e nutricional para levar informação para a população sobre práticas alimentares saudáveis.

No Brasil, houve uma redução importante da desnutrição, por outro lado um aumento da obesidade. Então o tom das mensagens, a ênfase, ela vai se alterando de acordo com esse perfil de saúde e nutrição da população.”

A nutricionista vinculada ao SUS, Sandra Xavier, trabalha com o Guia Alimentar do Ministério da Saúde há oito anos. Ela destaca algumas recomendações importantes que podem ser encontradas na publicação.

"O guia é um conjunto todo de ações. Mas no dia a dia, o que posso destacar? São duas diretrizes que eu particularmente me esforço para seguir e passo isso também nas palestras.

É a diretriz 7, que trata da água, que é a orientação de beber pelo menos dois litros por dia, isso dá mais ou menos seis a oito copos. E a diretriz especial 1, que é sobre a atividade física, a importância da atividade física para uma vida saudável. O guia orienta para pelo menos trinta minutos por dia".

Além de disponibilizar o guia alimentar para a população, o Ministério da Saúde possui outro guia para crianças com até dois anos de idade. Nessa publicação, os pais encontram, por exemplo, informações sobre o aleitamento materno e papinha do bebê.

Portal Brasil

“A palavra chave é equilíbrio”, destaca nova Secretária de Saúde

Na manhã desta terça-feira (05), em seu primeiro dia como Secretária de Saúde do Município de Tangará da Serra, Luciléia Oliveira Rodrigues, concedeu entrevista à equipe de Reportagem da Rádio Pioneira para explicar alguns dos motivos de sua nomeação ao cargo de confiança.

Luciléia contou que atua no serviço público municipal de Tangará a três anos, trabalhando como enfermeira, e nos últimos períodos atuava como Coordenadora do Departamento de Vigilância Epidemiológica do município. Ao iniciar seus trabalhos na manhã desta terça (05), Luciléia, ressaltou que ainda é preciso conhecer um pouco mais sobre a área, devido à grande complexidade da saúde no sistema público, mas que para isso contará com a colaboração de todos os servidores e profissionais.

Segundo ela, um dos principais pontos que fortaleceram o convite para que atuasse como Secretária é pela experiência na área. Ela destacou que em um levantamento inicial, alguns pontos, que já são de conhecimento de muitos servidores e ex-secretários da área é a Atenção Básica no município: “O município de Tangará da Serra responde pela atenção básica, ele dá também respaldo aos casos de média e alta complexidade, porém, a atenção básica deve ser a nossa prioridade”, disse.

Ao corrigir esta deficiência, agora com a construção e reformas das Unidades De Saúde da Família, Luciléia destacou que se torna possível diminuir um pouco da grande demanda existente no Hospital Municipal através dos trabalhos e campanhas de caráter preventivo.

“Precisamos sempre da colaboração de todos, dos servidores, da população também, porque a saúde disponível para o cidadão é a mesma disponível para a minha própria pessoa, e também para os servidores, então, o que queremos é alcançar as melhorias necessárias para que seja possível um bom atendimento nas diversas áreas”, pontuou.

Sobre a urgência e emergência do município, Luciléia informou que um levantamento mais claro também será feito, mas que é possível adiantar algumas medidas que auxiliem no processo.

“O atendimento na atenção básica, fortalecido e melhorado, reflete diretamente na atenção secundária que é o nosso Hospital, e ainda na atenção terciária que são os exames e outros procedimentos”, comentou ao destacar que as medidas que estiverem ao alcance serão colocadas em prática para constituir um sistema de saúde melhor.

“A palavra chave é equilíbrio, entre cidadão, serviços oferecidos e servidores”, pontuou ao ressaltar que esta será a forma de condução da Secretaria de Saúde do Município.

Fonte: Roberto Weber - da Redação RP

Estado divulga dados de dengue de 1 de janeiro a 31 de julho de 2014

De acordo com os dados do SINAN online, de 1º janeiro a 31 de julho de 2014, o Estado de Mato Grosso registrou 8.865 casos notificados de dengue, com 06 ocorrências de óbitos, sendo 05 confirmados (01 Cuiabá, 01 em Sinop e 01 em Rondonópolis, 01 em Alto Paraguai e 01 em Alta Floresta) e 01 em investigação no município de Tapurah.

Cuiabá registrou 992 casos, Rondonópolis 505 casos, Sinop 2.269 casos e Várzea Grande 360 casos.

No ano de 2013 as notificações no mesmo período foram de 41.711 casos notificados no Estado.

CUIDADOS - Combata os focos do mosquito em sua casa, seguindo as seguintes orientações: Limpe calha dos telhados; limpe os pratinhos dos vasos de plantas; mantenha piscinas limpas; não deixe formar poças dágua; elimine qualquer tipo de material que possa acumular água; garrafas ou recipientes sempre virados de boca para baixo; pneus mantidos em locais cobertos para não acumular água; tampe bem as caixas dágua e os poços.

Fonte: Anderson Acendino SES/MT

Saúde do Estado divulga dados atualizados de Influenza

A Secretaria de Estado de Saúde informa que, de 01 de janeiro a 31 de julho de 2014, foram notificados 204 casos de ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Mato Grosso, sendo 45 positivos para Influenza H1N1, 02 positivos para Influenza H3 Sazonal, 02 casos para Influenza B, 106 casos positivo para Síndrome Respiratória Aguda Grave não especificada e 49 casos em investigação de SRAG.

Os municípios que registraram ocorrência de SRAG - H1N1 foram Cuiabá (16) Várzea Grande (06), Rosário Oeste (01), Tapurah (01), Guarantã do Norte (01), Jaciara (01), Rondonópolis (02), Paranatinga (02), Tangará da Serra (05), Comodoro (04), Juara(01),Campinapolis (07), Barra do Bugres (01), Lucas do Rio Verde (01).

Foram confirmados 21 óbitos por gripe, sendo 18 por H1N1, registrados nos municípios de Cuiabà (5), Comodoro (01), Rosário Oeste (01), Várzea Grande (02), Tapurah (01), Jaciara (01), Guarantã do Norte (01) , Paranatinga (01), Tangará da Serra (03), Juara (01), Lucas do Rio Verde (01). Três óbitos continuam em investigação, sendo 01 em Comodoro, 01 em Várzea Grande e 01 em Cuiabá.

PREVENÇÃO: lavagem das mãos com frequência, em especial ao retornar para casa, antes de preparar e/ou consumir qualquer alimento, antes de qualquer serviço, depois de tossir ou espirrar, após usar o banheiro; lavar os brinquedos das crianças com mesmo quando não estiverem visivelmente sujos; restringir contato de familiares portadores de doenças crônicas e gestantes com o doente; utilização de máscara pelo doente; evitar aglomerações de pessoas e ambientes fechados, em especial na época de epidemia; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies; evitar sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (ate 5 dias após o início dos sintomas); vacinação contra influenza para a prevenção da doença e suas consequências. A lavagem das mãos deve ser feita com utilização de sabão, lavando inclusive os espaços entre os dedos e os pulsos, durante no mínimo uns 15 segundos, enxaguando e secando com toalha limpa.

Fonte: Anderson Acendino SES/MT

SUS passa a oferecer vacina contra hepatite A para crianças

O Ministério da Saúde passa a oferecer vacina contra Hepatite A, para crianças da faixa etária de um a ate dois anos incompletos. A vacina vai fazer parte do calendário básico de imunização da criança. Para o Estado de Mato Grosso o Ministério da Saúde já disponibilizou 17 mil doses de um total de 21 mil necessárias para a primeira etapa, que estará disponibilizada em todos os postos de saúde da rede SUS no dia 18 de agosto. A Meta de Mato Grosso é imunizar 95% do total de 51.254 crianças em todo Estado.

O objetivo é prevenir e controlar a hepatite A e, dessa forma, imunizar, gradativamente, toda a população. O esquema vacinal preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, prevê uma dose única da vacina. Será feito o monitoramento da situação epidemiológica da doença, no país, para definir a inclusão ou não de uma segunda dose no calendário da criança. A Hepatite A é uma doença infecciosa aguda que atinge o fígado.

SOBRE A DOENÇA - A hepatite A é habitualmente benigna e raramente apresenta uma forma grave (aguda e fulminante) que pode levar à hospitalização ou morte em 2% a 7% dos casos graves. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), todos os anos ocorrem cerca de 1,4 milhão de casos da doença no mundo. No Brasil, estima-se que ocorram por ano 130 novos casos a cada 100 mil habitantes.

A principal forma de contágio da doença é a fecal-oral, por contato entre as pessoas infectadas ou por meio de água e alimentos contaminados. A estabilidade do vírus no meio ambiente e a grande quantidade de vírus presente nas fezes dos indivíduos infectados contribuem para a transmissão. A disseminação está relacionada com infraestrutura de saneamento básico e a aspectos ligados às condições de higiene.

Fonte: CIDA CAPELASSI Assessoria SES/MT