Hospital Santa Helena é habilitado em Alta Complexidade Cardiovascular

O Hospital Santa Helena foi habilitado pelo Ministério da Saúde como Unidade de Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular para realizar procedimentos nos serviços cirurgias cardiovascular e vascular, procedimentos intervencionistas, endovascular, extracardíaco e laboratório de eletrofisiologismo.

A Habilitação foi publicada em Portaria de nº 271/ 2014, e teve a manifestação favorável da Secretaria de Estado de Saúde e aprovação pela Comissão Intergestora Bipartite (CIB).O Custeio é do Ministério da Saúde e os recursos da ordem de R$ 4.539.058,90 serão alocados ao teto de Média e Alta Complexidade do Estado de Mato Grosso e do Município de Cuiabá.

O Secretário de Estado de Saúde Jorge Lafetá, disse que mais esta unidade vai ajudar o Sistema a dar celeridade as filas e redução de processos judiciais para estes procedimentos.

" A Secretaria já protocolou junto ao Ministério da Saúde o processo de credenciamento de mais uma Unidade de Saúde a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá. Assim completa a Rede de Serviços da Alta Complexidade em Cardiologia, de 3 unidades passaremos para 5 prestando serviços ao Sistema Único de Saúde. Gradativamente vamos reorganizando a Rede de Serviços, cujo foco do Governo do Estado é deixar a Capital com os serviços mais complexos e descentralizar a Alta Complexidade em outras especialidades medicas implantando nos Hospitais Regionais e Hospitais Referência em Saúde, como já vem acontecendo com os de ortopedia, neurologia, hemodiálise, tratamento do câncer e urologia entre outros" disse ele.

O Hospital Geral Universitário está credenciado como Centro de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular para os serviços de cirurgia cardiovascular, cirurgia vascular, procedimentos intervencionistas, endovascular extracardíaco, e laboratório de eletrofisiologismo.

O Hospital AMECOR esta credenciado como Unidade de Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular nos serviços de cirurgia cardiovascular e procedimentos da cardiologia intervencionista.

O Hospital Femina Infantil e Maternidade, também credenciado como Unidade de Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular para os serviços de cirurgia cardiovascular pediátrica.

Fonte: Anderson Acendino SES/MT

Fila de espera por transplante de córnea zera em seis estados do Brasil

Os transplantes de córnea no país registraram um aumento importante, passando de 12.923 para 13.765 nos últimos três anos. Além disso, esse tipo de procedimento é o que mais apresenta redução da lista de espera. Em alguns estados, como o Rio Grande do Sul, a fila de espera por esta cirurgia zerou em 2013.

A universitária de 20 anos, Kertely Prado, foi uma das beneficiadas com a redução da fila de espera por um transplante de córnea. Diagnosticada com Ceratocone, Kertely fez transplante de córnea no olho esquerdo em maio de 2013, no Hospital Banco de Olhos de Porto Alegre (HBO). O ceratocone é uma doença degenerativa responsável por deformar a córnea. Caracterizada pelo aumento progressivo e irreversível de sua curvatura, que vai ficando em um formato mais cônico ao invés do formato esférico. Nos casos mais graves, pode até provocar cegueira.

No início, a estudante, que tinha apenas 10% da visão de cada olho, fez o tratamento com lente de contato rígida. “Era complicado pra estudar, assistir televisão. Mas o tratamento foi muito difícil, não me adaptei bem. O transplante era o último recurso”, relembra Kertely. A estudante conta que a cirurgia foi muito boa. “Voltei pra casa no mesmo dia. A primeira semana depois do transplante foi mais delicada. Mas tudo correu normal”, destaca.

“Geralmente o Ceratocone tem outras alternativas de tratamento, que às vezes nem precisa recorrer ao transplante. Mas o caso de Kertely era bem grave. Estava com a visão muito baixa e especialmente para uma pessoa tão jovem como ela, isso é muito ruim. Depois do transplante, ela está enxergando praticamente normal”, comenta Dr. Fernando Kronbauer, oftalmologista e especialista em cirurgias oftalmológicas do HBO, que realizou o transplante de Kertely.

Fila de Espera – De acordo com o coordenador do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, Heder Borba, a espera pela chance de receber uma nova córnea praticamente não existe mais no SUS. “Como em vários estados do Brasil essa lista de córnea já tende a zero, já foi zerada, há uma queda também do número de pessoas na lista de espera. A pessoa se inscreve na lista, quinze, vinte dias depois, que é um tempo de preparação para qualquer cirurgia, esse paciente já recebe a sua córnea de maneira gratuita pelo Sistema Único de Saúde”, afirma Heder.

Segundo Dr. Fernando, há quatro anos, a fila de espera por um transplante de córnea chegava a demorar um ano ou mais no Rio Grande do Sul. “Agora, a espera praticamente não existe. É só o tempo de colocar na fila e achar um doador compatível”, destaca. Para o oftalmologista, são muitas as razões que levaram a isso. “Primeiro, aumentaram as campanhas sobre transplante e de conscientização da população, além da melhora na captação. As pessoas estão doando mais também. Mas para isso é preciso todo um trabalho de uma equipe multidisciplinar para fazer tanto a abordagem, captação e finalmente o transplante”, complementa Dr. Fernando.

O coordenador do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde destaca ainda que o Brasil é referência mundial na área, com 95% dos procedimentos de todos os tipos de transplantes realizados pelo SUS. Para o Dr. Fernando, que já faz cirurgias de transplantes há 15 anos, o Sistema Nacional de Transplantes funciona muito bem. “O cadastro único é realmente idôneo e muito correto”, finaliza.

Fonte: Luana Spinillo / Blog da Saúde

SAÚDE BUCAL- Brasil Sorridente ultrapassa a marca de 1.000 centros odontológicos

Iniciativa do governo federal conta com mais treze unidades para atendimento especializado em odontologia, como cirurgias e implantes, totalizando 1.013 centros em mais de 800 municípios

O programa Brasil Sorridente passa a contar com mais treze unidades para atendimento especializado em odontologia, totalizando 1.013 centros. São consultórios voltados à assistência de maior complexidade, como cirurgias, tratamento de canal, oferta de implantes, ortodontia e diagnóstico de câncer de boca. Ao todo, nove estados estão sendo beneficiados com a expansão da iniciativa do governo federal, que foi anunciada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta quarta-feira (28), em São Bernardo do Campo (SP), em comemoração a primeira década do programa.

Em dez anos, o Brasil Sorridente mudou a realidade do acesso da população ao tratamento odontológico, levando assistência gratuita a cerca de 80 milhões de brasileiros usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Além dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEO), o programa conta com 23.175 equipes de saúde bucal, que atendem nas unidades básicas de saúde de todo o país. Esse número é quase quatro vezes maior que o total antes do programa, 6.170 equipes. Atualmente, os profissionais que atuam no programa estão presentes em 89% das cidades brasileiras, o equivalente a 4.971 municípios.

O investimento do Ministério da Saúde no Brasil Sorridente já ultrapassou R$ 7 bilhões desde o seu lançamento, em 2004. Somente no ano passado houve liberação de R$ 1,28 bilhão, 20 vezes mais do total investido antes do início do programa. Recursos utilizados na expansão e manutenção da rede de atendimento, mas também na entrega de mais de 8 mil consultórios completos e 10 mil equipamentos periféricos. Com o início das atividades de mais treze centros, haverá repasse de mais R$1,5 milhão por ano.(Leia +)

Fonte: Portal Saúde

PREVENÇÃO - Projeto visa reduzir tuberculose em escolares

Lançado hoje, o projeto “Driblando a Tuberculose” tem como objetivo unir mobilização social e esporte. Haverá a busca ativa de casos em estudantes

Em clima de Copa do Mundo, o Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (27), em parceria com o Governo do Estado e Prefeitura de São Paulo, o projeto “Driblando a Tuberculose”. A ação tem como objetivo unir mobilização social e esporte para disseminar informações e mensagens sobre a doença aos escolares. De iniciativa da Parceria Brasileira contra a Tuberculose, o projeto também pretende combater os casos e o estigma associados ao agravo.

O coordenador do Programa de Tuberculose do Ministério da Saúde, Dráurio Barreira, participou nesta terça-feira da cerimônia de lançamento no Centro Educacional Unificado Butantã, na capital paulista.

A primeira fase do projeto consiste em informar a população sobre a doença. Para isso, cinco mil bolas de futebol, com mensagens ilustrativas de prevenção, sintomas e tratamento da tuberculose foram distribuídas aos alunos do CEU Butantã e escolas vizinhas de São Paulo. Nas próximas etapas, que acontecerão depois da Copa do Mundo, o projeto vai realizar busca ativa de casos em estudantes e em seus familiares, para posteriores tratamento e cura.

Um cartão de bolso, chamado passaporte da saúde será entregue a cada aluno para incentivá-los a “examinar” seus familiares, procurando os sintomas da tuberculose durante duas semanas. As famílias que apresentarem sintomas serão visitadas por um agente de saúde. Esta ferramenta poderá proporcionar um aumento na detecção de casos, além de sensibilizar crianças a se tornarem adultos responsáveis e engajados em driblar a tuberculose.(Leia +)

Por Amanda Mendes, da Agência Saúde – ASCOM/MS 

VIGILÂNCIA - Ministério da Saúde lança aplicativo Saúde na Copa

Iniciativa pioneira no mundo irá aprimorar a vigilância participativa em saúde no SUS, permitindo a detecção mais rápida de doenças durante o mundial

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lançou nesta terça-feira (27) o aplicativo Saúde na Copa, iniciativa que irá aprimorar a vigilância participativa no Sistema Único de Saúde (SUS), permitindo a detecção mais rápida de doenças durante a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. A ferramenta já está disponível para download, gratuitamente, nas lojas virtuais Play Store e Apple Store nos idiomas português, inglês e espanhol. O aplicativo é destinado aos torcedores brasileiros e estrangeiros e foi lançado durante a apresentação do Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (CIOCS), em Brasília.

Na prática, os torcedores poderão ajudar técnicos do SUS a mapear ocorrências de sintomas similares em uma determinada localidade. Para isso, o torcedor indicará diariamente qual é a sua condição de saúde (muito bem, bem, mal ou muito mal). A partir dos resultados, o Ministério da Saúde, em conjunto com os governos municipais e estaduais poderá adotar as providências necessárias para informar e proteger a população.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, destacou a importância da iniciativa em um evento como a Copa do Mundo, em que se espera a circulação de milhões de turistas brasileiros e estrangeiros nas 12 cidades-sede. “A estratégia é construir, junto com os torcedores brasileiros e estrangeiros, um processo de monitoramento que possa identificar precocemente tendências de síndromes ou mesmo enfermidades transmissíveis. Desta forma, conseguimos antecipar o processo de intervenção, o que é essencial para o atendimento eficaz. Por isso a importância da sociedade contribuir no processo de cuidado da saúde da comunidade neste projeto de vigilância participativa”, afirma.

O Centro Integrado de Operações Conjuntas de Saúde (CIOCS), do Ministério da Saúde, será responsável por acompanhar e analisar as informações coletadas por meio do aplicativo. O CIOCS será ativado em Brasília, nesta quarta-feira (28), na sede do Ministério, e irá monitorar a situação de saúde e a capacidade de atendimento de cada sede, além da demanda por atendimento e vigilância, bem como organizar respostas coordenadas durante o Mundial.(Leia +)

Amanda Costa, da Agência Saúde 

Ação do Dia Mundial sem Tabaco acontece dia 30 de maio

A Secretaria de Estado de Saúde (SES), juntamente com o Fórum Permanente de Odontologia do Estado está coordenando, em Mato Grosso, as ações para o Dia Mundial Sem Tabaco que será comemorado no dia 30 de maio na Praça Alencastro das 08 às 17 horas. O objetivo é conscientizar a população sobre os danos à saúde, sociais, políticos, e econômicos que o uso do fumo pode causar.

Ao todo serão 300 voluntários buscando a orientação e sensibilização da comunidade quanto aos malefícios causados pelo tabagismo à saúde. Quem comparecer ao local terá a oportunidade de assistir a palestras educativas, informações sobre como parar de fumar e onde buscar tratamento, além da realização de exames bucais e de pico de fluxo pulmonar. A programação contará ainda com a presença do cantor Johnny Everton, e das duplas sertanejas Jonathan e Adam, Denner e Douglas, Sarah e Lívia, além de sorteio de brindes, entre outras atividades.

O Dia Mundial Sem Tabaco, que é uma parceria da Organização Mundial da Saúde (OMS) com seus 192 países membros, entre os quais o Brasil está incluído, está sendo observado em todos os 141 municípios de Mato Grosso.

No Brasil, segundo a Anvisa, o tabagismo é responsável por 200 mil mortes por ano (23 pessoas por hora). O cigarro causa câncer de boca, língua, laringe, esôfago, estômago, pulmão, bexiga, infarto, acidente vascular cerebral (derrame), gastrite, úlcera, trombose, impotência sexual e outras doenças.

Quem fuma têm de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão quando comparados aos não fumantes. É a causa de 90% dos casos de câncer de pulmão, que é o tipo de tumor mais letal.

Fonte: Anderson Acendino Assessoria SES/MT

SAÚDE DA CRIANÇA - Ministério da Saúde lança campanha para incentivar doação de leite materno

A meta é aumentar em 15% o volume de leite coletado no país e estimular o ato de doar. No último ano, houve redução do número de voluntárias.

O ministro da saúde, Arthur Chioro, lançou nesta quinta-feira (22), no Rio de Janeiro, a campanha nacional de doação de leite humano 2014. Com o slogan “Quando você doa leite materno, doa vida para o bebê e força para a mãe”, a campanha deste ano tem como meta aumentar em 15% o volume de leite coletado no Brasil, ampliando o número de bebês beneficiados. Em 2013, o total coletado foi de 174.493 litros.

No último ano, houve redução no número de mulheres que doaram seu leite. Em 2013, foram 159.592 voluntárias contra 179.113 no ano anterior. Durante a solenidade desta quinta-feira, o ministro ressaltou que a expectativa do governo e das instituições empenhadas nesta campanha é aumentar o número de mães doadoras. Segundo ele, embora tenha ocorrido um crescimento nos últimos anos de 27% no número de doadoras, de 2012 para 2013, foi registrado redução no número de voluntárias. “Faço um apelo às mulheres que passam pela experiência da maternidade e produzam leite, que procurarem um dos postos de coleta. Esta voluntária está fazendo um gesto de amor e solidariedade em benefício a outras mães que, infelizmente, não conseguem amamentar”, afirmou o Chioro.

O ministro ressaltou as vantagens do leite materno, não apenas para a redução da mortalidade infantil, como também na qualidade de vida e na defesa das crianças contra uma série de doenças. Apesar da queda no número de doadoras, o volume de leite doado por cada mãe vem crescendo. Tanto que, entre 2010 e 2013, houve um aumento de 12% no total de recém-nascidos atendidos, chegando a 177.450.(Leia +)

Por Maurício Angelo, da Agência Saúde

PEIXOTO DE AZEVEDO - Estado passa a comandar hospital de Peixoto de Azevedo

Governo do Estado e União decidiram pela estadualização do Hospital Municipal de Peixoto de Azevedo. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (19.05), em Brasília, após encontro do governador Silval Barbosa com o secretário de Atenção à Saúde (SAS), Fausto pereira dos Santos. O secretário de Estado de Saúde, Jorge Lafetá, e o prefeito de Peixoto de Azevedo, Sinvaldo Santos Brito, também participaram da reunião.

“Em Peixoto de Azevedo o hospital atende regionalmente, mas é praticamente o município que está bancando a maior parte dos custos. Ficou definido que vamos estadualizar a unidade e o Ministério da Saúde também aportará recursos, aliviando a carga sobre o município”, afirmou Silval, explicando que o processo de estadualização deve ocorrer “imediatamente”.

De acordo com Sinvaldo Santos, a unidade de saúde ser estadualizada atende diretamente outros quatro municípios além de Peixoto de Azevedo: Matupá, Guarantã do Norte, Terra Nova e Novo Mundo, os quais também investem recursos. Somado a isso, há também os pacientes oriundos do sul do Pará. O prefeito diz ainda que “quase 40% da receita corrente líquida” do município é direcionada para o hospital. “Acho importante passar a alta e média complexidade para o Estado e a União para que os munícipios possam desempenhar uma atenção básica de qualidade na região”, declarou.

Durante o encontro, o governador também apresentou ao secretário de Atenção à Saúde, o pedido de mais recursos para quatro hospitais regionais de Mato Grosso: Cáceres, Rondonópolis, Colíder e Sorriso. Tais unidades, disse o chefe do executivo estadual, estão com disparidade de repasses. “Bancamos 80% e 20% fica com o Ministério da Saúde”, explicou.

CAROLINE LANHI/ RAFAEL SOUSA
Redação/Secom-MT

Em Genebra, Chioro defende a universalidade dos Sistemas de Saúde

Em seu discurso na abertura da 67ª Assembleia Mundial de Saúde, ministro da Saúde falou sobre a importância de se assegurar o acesso à saúde para todos.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, discursou nesta segunda-feira (19), no plenário da 67ª Assembleia Mundial de Saúde em Genebra, na Suíça, e reafirmou o compromisso do governo brasileiro em manter a universalidade de seu sistema de saúde, ressaltando que para os brasileiros, a saúde é um direito social que não pode se sujeitar à lógica de mercados.

“Estou convencido que somente com sistemas universais de saúde, estruturados a partir de um compromisso ético e político em defesa da vida, conseguiremos enfrentar os dilemas nacionais e globais que nos desafiam no presente e ameaçam nosso futuro", enfatizou o ministro aos representantes de centenas de países presentes no encontro.

Dentro do tema do encontro "Clima e Saúde", o ministro lembrou o compromisso brasileiro de promover o desenvolvimento sustentável, com a erradicação da pobreza e com a superação das desigualdades. E citou como exemplo de ação de saúde voltada para as mudanças climáticas a criação da força nacional do SUS, que atua em situações de catástrofes.(Leia +)

Por Murilo Caldas - Portal Saúde

Modelo de atendimento à saúde mental é celebrado no Dia Nacional de Luta Antimanicomial

O Dia Nacional de Luta Antimanicomial, comemorado no próximo domingo (18), celebra também 11 anos da Política de Saúde Mental adotada pelo Sistema Único de Saúde. Neste período, foram muitos avanços na assistência aos brasileiros com transtornos mentais atendidos no SUS. Em consonância com os princípios da Reforma Psiquiátrica, instituída no país pela Lei 10.216/01, o governo federal impulsionou a construção de um modelo humanizado de atenção integral na rede pública de saúde, que mudou o foco da hospitalização como centro ou única possibilidade de tratamento aos pacientes.

A expansão da Rede de Saúde Mental, que atende aos dependentes químicos, tem cada vez mais impacto na vida da população. Atualmente, a rede conta com 2.128 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) nas mais diversas modalidades. Juntos eles podem realizar 43,1 milhões de atendimentos por ano.

“Nossa prioridade é promover o direito ao tratamento em liberdade, com espaços coletivos de decisão e com o envolvimento de usuários, familiares, trabalhadores e da comunidade como um todo na garantia de um cuidado humanizado e em liberdade”, afirma o ministro da saúde, Arthur Chioro.

Nos CAPS, o paciente recebe atendimento próximo da família, assistência médica e cuidado terapêutico, conforme o seu quadro de saúde. O local também oferece possibilidade de internação, quando há orientação médica para isso. A previsão de investimentos no setor para 2014 é de R$ 1 bilhão.

“Quando desconcentramos os recursos que ficavam só nos hospitais psiquiátricos, a realidade mudou”, afirma Roberto Tykanori, coordenador de saúde mental do Ministério da Saúde. “Hoje temos CAPS do Oiapoque ao Chuí. O atendimento melhorou muito em regiões como o Norte, Centro-Oeste e no interior do país como um todo. O novo modelo foi fundamental para isso”, esclarece Tykanori.

Rede de Assistência e De Volta Pra Casa – O Ministério da Saúde, em conjunto com estados os municípios, também habilitou 800 leitos em enfermarias especializadas (hospitais gerais) e outros 150 leitos receberam incentivo de implantação. A rede de atendimento a dependentes químicos também é composta por 101 Consultórios na Rua, que atendem aos usuários nos locais de uso.

Além dos CAPS, a rede de atenção integrada em saúde mental também conta com os atendimentos oferecidos por meio das Equipes de Saúde da Família. São mais de 35 mil equipes em todo o país.

Mais de 4.200 pessoas já participaram do Programa De Volta Pra Casa, saindo de longas internações manicomiais. Em 2013, o programa teve reajuste de 30% no benefício.

Qualificação – No final de 2013, o Ministério da Saúde lançou o projeto Percursos Formativos na RAPS, uma estratégia de apoio financeiro a municípios que desenvolvem ações de educação permanente em saúde mental. A previsão é que, ao final deste ano, mais de 1700 profissionais sejam qualificados.

Fonte: Maurício Angelo / Agência Saúde

MARCHA DOS PREFEITOS - Protagonismo dos municípios é prioridade do governo, diz Chioro

Em encontro com prefeitos de todo o país, ministro da Saúde falou sobre a importância da parceria entre Ministério, governos estaduais e prefeituras. Ele também destacou os impactos dos programas federais na realidade dos municípios

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participou, nesta quinta-feira (15), em Brasília, da 17ª Marcha dos Prefeitos, encontro que reúne anualmente o governo federal e gestores locais de todos os municípios do país. O ministro apresentou os avanços e desafios dos programas federais nos municípios, falou sobre as responsabilidades de cada esfera de governo e ressaltou a importância de os três entes federados estarem juntos na condução do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Muitas vezes, nós não nos atentamos para a dimensão do SUS e para a profunda complexidade que significa a existência de três entes autônomos – municípios, estados e União. Nós temos que compartilhar responsabilidades e compromissos para poder garantir a atenção integral à saúde com isonomia, como prevê a nossa Constituição”, declarou Chioro.

Em seu debate com os prefeitos, Chioro destacou também a diversidade do Brasil e a importância de se criar políticas públicas que respeitem as diferenças de cada realidade.(Leia +)

Por Priscila Costa e Silva, da Agência Saúde.

SAÚDE SUPLEMENTAR - Ministério da Saúde e ANS anunciam suspensão da comercialização de 161 planos de 36 operadoras

Medida beneficia 1,7 milhão de consumidores que já contrataram esses planos e deverão ter seus problemas assistenciais sanados

Começam a valer nesta sexta-feira (16) as suspensões da comercialização de 161 planos de saúde aplicadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a 36 operadoras em todo o país. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (14) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, e o diretor-presidente da ANS, André Longo. A proibição de venda de planos é resultado das reclamações de consumidores que tiveram os prazos para consultas, exames e cirurgias descumpridos ou, então, coberturas indevidamente negadas aos consumidores.


Dos 161 planos, 132 estão sendo suspensos a partir deste 9º ciclo de Monitoramento da Garantia de Atendimento e 29 permaneceram com a comercialização proibida, desde o ciclo anterior, por não terem alcançado a melhoria necessária para serem reativados. Entre as operadoras, 26 permaneceram proibidas de comercializar seus produtos e 10 novas empresas entram na lista – oito delas têm planos suspensos pela primeira vez. As suspensões preventivas e reativações de planos são divulgadas a cada três meses.

“Uma questão importante deste monitoramento é o aumento significativo das soluções das reclamações que chegaram a ANS - 86% das reclamações foram resolvidas a partir da negociação direta com as operadoras. Com o monitoramento, estamos induzindo uma qualificação importante do mercado e do papel que as operadoras desempenham. Elas começam a estabelecer uma meta de não ter nenhum problema, de obter 100% da resolução de seus conflitos para não ter a ação de proibição da comercialização de seus planos por parte da ANS”, destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.(Leia +)

Por Mariana Silva, da ANS
e Jacy Diello
da Agência Saúde

Maternidades do SUS passam a ter novas regras para parto humanizado

Portaria estabelece que ao nascer, o bebê seja colocado em contato imediato com a mãe, favorecendo a primeira mamada. Estudos comprovam que as medidas beneficiam a saúde da criança e da mulher, diminuindo os riscos de morte e anemia

O contato aquecido pele-a-pele com a mãe e o estimulo a amamentação na primeira hora de vida são recomendações que o Ministério da Saúde oficializou em portaria publicada em maio para assegurar o direito ao parto humanizado em toda a rede pública de saúde. Além deste contato entre mãe e filho, está previsto também o clampeamento do cordão umbilical somente após o mesmo parar de pulsar. As medidas passam a valer para todas as unidades do Sistema Único de Saúde.

As diretrizes fazem parte da organização da atenção integral e humanizada ao recém-nascido no Sistema Único de Saúde (SUS) e oficializam recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do próprio Ministério. O bebê saudável, com o ritmo respiratório normal, deve ser colocado sobre o abdômen ou tórax da mãe, em contato direto pele-a-pele, de acordo com sua vontade, em ambiente aquecido, afirma a portaria. Além disso, a nova regra também prevê a amamentação ainda na primeira hora de vida da criança.

“Nós precisamos estimular que essa primeira mamada aconteça na primeira hora de vida. Além de fornecer o primeiro aporte calórico para a vida do bebê, essa prática também acelera a descida do leite materno, aumentando a chance de sucesso no aleitamento e diminui a chance de hemorragia uterina”, explica o ministro da Saúde, Arthur Chioro.(Leia +)

Por Maurício Angelo, da Agência Saúde.

PREVENÇÃO - Ministério da Saúde prorroga campanha de vacinação contra a gripe

Os municípios devem continuar a vacinar os grupos prioritários até atingir cobertura de 80%. Em todo o Brasil, 21,3 milhões de pessoas já se protegeram contra a doença, 53,6% da meta 

Os municípios brasileiros devem continuar a campanha de vacinação contra a gripe. O Ministério da Saúde prorrogou a mobilização para ampliar o número de pessoas protegidas em todo o país. Até esta quinta-feira (8), mais de 21,3 milhões de brasileiros se vacinaram contra a doença, o que representa 53,6% da meta estabelecida. A meta é atingir 80% do grupo prioritário para a imunização, composto por 49,6 milhões de pessoas.

“É importante que as pessoas procurem por um posto de saúde o quanto antes e não deixem para se vacinar nos últimos dias. A vacina demora cerca de 15 dias para fazer efeito e no período de frio aumentam as chances de contágio da doença. As crianças, as gestantes e os idosos que se vacinarem antes estarão protegidos mais cedo”, alerta o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

A vacina contra gripe está disponível nos postos de vacinação desde o dia 22 de abril, quando começou a campanha. Fazem parte do grupo prioritário crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional; e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais. Estes são os públicos mais vulneráveis a desenvolver a forma grave da doença.(Leia +)

Por Carlos Américo, da Agência Saúde – ASCOM/MS

PAC 2 - Governo Federal libera R$ 2,8 bilhões para obras de saneamento

Presidenta Dilma lança terceira etapa do programa voltado à melhoria do esgotamento sanitário e abastecimento de água. Recursos da Funasa beneficiam 5,2 milhões de pessoas em 635 cidades

A presidenta da República, Dilma Rousseff, lançou, nesta terça-feira (6), em Brasília, a terceira etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Serão repassados R$ 2,8 bilhões aos 635 municípios com população de até 50 mil habitantes selecionados pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que é vinculada ao Ministério da Saúde. A iniciativa beneficia mais de 5,2 milhões de pessoas em 26 estados.

Este é um setor prioritário para o governo federal, segundo ressaltou a presidenta Dilma Rousseff. “Investir em serviços, notadamente em saneamento, é algo fundamental para o país. Jamais podemos retomar o padrão de 15 anos atrás, que se investia em média R$ 1 bilhão por ano. Tenho orgulho dos R$ 37,8 bilhões que estamos alcançando agora. Porque temos uma grande carência na área de esgotamento sanitário. Saneamento no Brasil é prioridade e temos compromisso, junto com estados e municípios, a dar celeridade a essas obras”, disse.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, destacou que o investimento em saneamento básico é fundamental para prevenção da saúde da população. “Saúde é muito mais que ausência de doença, é resultado das condições de vida. Desta forma, o saneamento básico, com acesso aos serviços de água e esgotamento sanitário, tem papel central na qualidade de vida da população e, consequentemente, na saúde. Esta iniciativa reforça o nosso compromisso de garantir que toda a população brasileira tenha acesso a esses serviços, que são essenciais”, afirmou.(Leia +)

Por Amanda Costa, da Agência Saúde 

Governo do Estado determina intervenção em Hospitais Regionais gerenciados pelo Ipas

O Governo do Estado de Mato Grosso, decretou intervenção administrativa nos hospitais regionais de Colíder e Alta Floresta, que eram gerenciados pelo Instituto Pernambucano de Assistência à Saúde(Ipas), por constatar por meio da Comissão Permanente de Contratos inadimplência por mais de 120 dias do Ipas com fornecedores, prestadores subcontratados pela Organização Social de Saúde no caso específico o Corpo Clínico dos hospitais , e também o não pagamento de água, luz, materiais hospitalares, culminando no risco de paralisação das atividades dos hospitais e a precarização do atendimento à população.

O Governo do Estado também levou em consideração na tomada da decisão os Relatórios da Auditoria Geral do Estado e o conteúdo do Relatório de julgamento das contas anuais do exercício de 2012 da Secretaria de Estado de Saúde, além do apontamento de desvio de finalidade dos repasses financeiros concedidos pela Secretaria ao Ipas.

Pelo decreto de nº 2337-14, de 05 de maio de 2014,a intervenção se dará mediante ocupação dos prédios e utilização de seus recursos humanos, moveis, utensílios, equipamentos, telefones e quaisquer outros bens ou utilidades necessárias ao seu funcionamento.O prazo da intervenção é de até 180 dias, a contar da data da publicação.

Já no prazo de 30 a contar da data da publicação, o Secretario de Estado de Saúde deverá instaurar procedimentos administrativos para apurar as causas determinantes da medida e definir responsabilidades, assegurando o direito da ampla defesa.

Para o Hospital Regional de Alta Floresta foi designada a servidora Miria Godinho Ferreira de Melo como interventora e para o Hospital Regional de Colíder a servidora Juscineide Oliveira Silva.

O secretario de Estado de Saúde, Jorge Lafetá publicou portaria, designando a servidora Sunilde Gomes Aldave para estar frente a direção do Hospital Estadual Metropolitano de Varzea Grande, pelo período necessário, visto que o contrato de Gestão celebrado entre a SES e o Ipas foi rescindido.

O secretario de Estado de Saúde Jorge Lafetá, disse que a medida foi necessária, para melhorar a prestação de serviços públicos de saúde a população por estas unidades. "Já vínhamos fiscalizando os atos administrativos do Ipas, fora inúmeras denuncias que de não pagamento de servidores e a fornecedores, e os recursos sendo repassados.Tomamos a medida e os Hospitais conforme regras estabelecidas pelo Decreto e Portaria ficam sob a gestão do Estado, a partir de hoje.Vou estar presente junto aos servidores designados, e já conversei com os servidores dos hospitais e escritórios Regionais e vamos juntos formar grupos de trabalho no auxilio a gestão.Todos os compromissos assumidos vão ser honrados"disse o secretário.

Fonte: CIDA CAPELASSI Assessoria SES/MT

33 CIDADES - Governo Federal suspende verba

O Ministério da Saúde publicou uma portaria no Diário Oficial da União do último dia 2 em que comunica a suspensão de recursos para 33 municípios de Mato Grosso. 

A medida do governo federal foi tomada após descumprimento de normas referentes à prestação de informações sobre vigilância sanitária. A constatação da União acerca das irregularidades foi feita em março deste ano e não informa o valor bloqueado para as cidades. 

A falta de fornecimento de informações ao Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) e/ou a não alimentação ao Sistema de Informação Ambulatorial (SAI/SUS), que deveriam prestar contas a respeito da situação das unidades de saúde, ocorreu entre os meses de agosto e dezembro de 2013 por parte dos municípios. 

Segundo a portaria, o bloqueio de recursos é retroativo e corresponde ao primeiro quadrimestre de 2014. 

Uma das cidades que deixa de receber a verba federal é Cuiabá. Além dela, Chapada dos Guimarães, Barão de Melgaço, Cáceres, Nova Xavantina e Tangará da Serra também figuram na lista. 

A determinação do governo federal obedeceu, entre outras coisas, à Portaria n.º 1.378 do Ministério de Saúde, de 9 de julho de 2013, que regulamenta as responsabilidades e define diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, estados, Distrito Federal e municípios. 

Ainda conforme o documento publicado, a suspensão dos repasses entrou em vigor na data de sua publicação, ou seja, na última sexta-feira (2). 

Também deixaram de receber os recursos Acorizal, Apiacás, Confresa, Curvelândia, Denise, Diamantino, Figueirópolis D'Oeste, Glória D'Oeste, Guiratinga, Indiavaí, Jaciara, Jauru, Mirassol d'Oeste, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Nova Bandeirantes, Nova Brasilândia, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita, Nova Santa Helena, Novo Horizonte do Norte, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Santa Carmem, Santa Terezinha, Tabaporã, e Vila Bela da Santíssima Trindade. (TP).

Reportagem Diário de Cuiabá

Número de mortes por dengue caiu 87% no primeiro trimestre deste ano

Em todo o Brasil, o número de mortes por dengue caiu 87% nos primeiros três meses deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a março de 2014, foram confirmados 47 óbitos, já em 2013 foram notificadas 368 mortes por dengue nesses meses. Os dados são do Novo Boletim Epidemiológico, divulgado pelo Ministério da Saúde.

De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a redução das mortes por dengue pode ser explicada pela ação conjunta do Governo Federal, estados e municípios. "Isso se deve ao conjunto de medidas que têm sido tomadas de forma articulada pelos municípios, estados e o ministério. Não só no campo da prevenção, mas no diagnóstico precoce, no tratamento adequado, manejo muito bem feito dos pacientes em todo o País", afirmou Chioro.

Apesar da queda significativa de mortes por dengue no Brasil, o coordenador geral do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, alerta que as condições de risco para a transmissão da doença ainda permanecem. "Uma vez que o um número elevado de municípios ainda está em situação de alerta ou de risco em virtude do elevado nível de infestação pelo mosquito Aedes Aegypti. É fundamental, então, que essas medidas que foram desencadeadas tenham continuidade. Isso é fundamental porque o Brasil é um país com características climáticas e ambientais favoráveis tanto para a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, quanto também para a transmissão da doença."

No final do ano passado, o Ministério da Saúde dobrou o recurso adicional enviado a estados e municípios para incrementar e qualificar as medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue. Ao todo, foram repassados 363 milhões e 400 mil reais.

Fonte: Ana Cláudia Amorim / Web Rádio Saúde/Agência Saúde

PREVENÇÃO - Vacinação contra a gripe continua em todo o país

Mais de 49 milhões de pessoas devem ser vacinadas na campanha deste ano. Crianças com até cinco anos incompletos também foram incluídas no público prioritário para proteção contra a gripe.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe na rede pública de saúde continua até o dia 9 de maio. Cerca de 49,6 milhões de pessoas, do público prioritário, podem se vacinar contra a doença no Sistema Único de Saúde (SUS). Neste ano, também serão protegidas crianças com até cinco anos incompletos.

Durante a campanha, que acontece até o dia 9 de maio, serão vacinadas crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional e pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 80% de cada grupo prioritário, com exceção dos doentes crônicos.

Para realizar a mobilização, o Ministério da Saúde disponibilizou às secretarias estaduais de saúde 53,5 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). A campanha conta com a participação de cerca de 240 mil pessoas e utilização de mais de 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.(Leia +)

Por Carlos Américo da Agência Saúde-Ascom-MS

IMUNIZAÇÃO - Ministério da Saúde lança mês de vacinação dos povos indígenas

Mobilização visa garantir cobertura vacinal de aldeias em todo o país. A meta é vacinar 180 mil indígenas no período de 30 de abril a 29 de maio

O Ministério da Saúde deu início nesta quarta-feira (30) ao Mês de Vacinação dos Povos Indígenas 2014. A ação se estenderá até o dia 29 de maio e tem como objetivo reforçar a imunização dessas populações, alcançando aldeias, áreas de difícil acesso e com baixa cobertura vacinal. Serão oferecidas 249 mil doses contra diversas doenças, como hepatite B, paralisia infantil, difteria, tétano, coqueluche, meningite, gripe, caxumba, febre amarela, entre outras.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, destaca a importância do deslocamento das equipes de saúde até as reservas para alcançar populações que vivem de forma dispersa em aldeias de difícil acesso. “Este é um mês intensivo para aumentar a cobertura de todo o calendário vacinal e garantir a imunização dos povos indígenas, em especial os que estão localizados em áreas longínquas. A medida ajuda na prevenção de doenças que podem ser evitadas, contribuindo para a promoção da saúde desses povos”, explica Chioro.

Na abertura da campanha no Polo-Base do município de Pesqueira (PE), o secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves, fez um chamado para que a população indígena participe da ação. “A imunização é um ato de amor. Eu convido a todos para se vacinarem, principalmente os pais, para que levem suas crianças e as protejam. Quanto menos doenças, melhor a vida da gente”, ressaltou o secretário.(Leia +)

Por Amanda Mendes, da Agência Saúde – ASCOM/MS

ASSISTÊNCIA - Brasil avançou mais em transplantes de maior complexidade

Nos últimos anos, as cirurgias que mais cresceram foram de pulmão, coração e medula óssea. Aumento se deve à expansão da rede do SUS e maior descentralização da oferta de serviço 

Os transplantes de maior complexidade foram os que mais cresceram no país nos últimos anos. Os avanços concentram-se, sobretudo, nas cirurgias de órgãos sólidos, em que o crescimento foi de 18% entre 2010 e 2013, chegando a 7.579 atendimentos. Nesta categoria, destacam-se os transplantes de pulmão, cujo número de cirurgias realizadas mais que dobrou no período; e coração, com aumento de 60%. O de medula óssea, que se enquadra nos transplantes de tecidos, também está entre os de maior expansão, com aumento de 24,6% em três anos.

Considerando todos os tipos de transplantes, o Brasil passou de 21.040 cirurgias, em 2010, para 23.457, em 2013. Embora os procedimentos considerados mais complexos não sejam os de maior número, eles exigem melhores serviços e equipes, desde a organização da captação de órgãos até a cirurgia e acompanhamento da recuperação dos pacientes. Em 2013, foram 134 transplantes de pulmão, 268 de coração e 2.113 de medula óssea.

Os avanços estendem-se ainda para as cirurgias de órgãos sólidos mais realizadas, como de rim, que teve aumento de 4.660 transplantes para 5.288 entre 2010 e 2013; e fígado, que passou de 1.404 para 1.726 no mesmo período. Sobre os transplantes de tecidos, além de medula óssea, que teve maior crescimento, córnea também registrou um aumento importante, passando de 12.923 para 13.765 nos últimos três anos.(Leia +)

Por Ubirajara Rodrigues, da Agência Saúde