Dilma lança programa Rede Cegonha, que prevê investimentos de R$ 9 bilhões para atendimento a gestantes

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que a Rede Cegonha vai funcionar como uma corrente de cuidados especiais para as gestantes. Segundo ela, um país pode ser medido pela atenção que dá às mães e aos bebês. O programa prevê investimentos de R$ 9 bilhões e será lançado nesta segunda-feira em Belo Horizonte (MG).

Em seu programa semanal “Café com a Presidenta”, Dilma explicou que o objetivo é começar a agir cedo, antes do nascimento da criança, para que haja maior qualidade de vida para a gestante e melhores condições para o parto.

A Rede Cegonha será ligada ao Sistema Único de Saúde (SUS). A mulher que chegar a uma unidade estadual ou municipal informando que está grávida ou que há suspeita de gestação deverá passar, inicialmente, por um teste rápido.

- Vamos começar o pré-natal ali, no primeiro contato com a gestante, para incentivá-la a fazer um pré-natal completo, como é o recomendado - disse Dilma.

De acordo com a presidente, o governo federal vai garantir recursos para o deslocamento da gestante às consultas e exames por meio de um vale-transporte. Ao final da gestação, se a mãe tiver cumprido todo o pré-natal, receberá também um vale-táxi para ir à maternidade.

Atualmente, cerca de 90% das gestantes brasileiras realizam as quatro consultas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A Rede Cegonha pretende ampliar o número para seis.

O SUS recomenda ainda 20 tipos de exames às gestantes e, com o programa, testes como a ultrassonografia deverão ser incluídos no pré-natal. Caso seja detectada uma gravidez de risco, nove tipos de exames complementares também terão recursos garantidos.

A gestante poderá conhecer, com antecedência, a maternidade para a qual será encaminhada e vai ser estimulada a fazer parto normal. O governo federal pretende criar ainda casas da gestante e casas do bebê, unidades localizadas dentro de maternidades de alto risco.

- A mulher pode precisar ficar nessas casas antes do parto, caso não tenha indicação de ficar internada mas precise continuar sendo observada. Elas podem também ser indicadas depois do parto, quando o bebê está em uma UTI (unidade de terapia intensiva) ou não possa, por nenhum motivo, ir para casa - explicou Dilma.

Agência Brasil

Água de coco traz diversos benefícios à saúde

Ela hidrata, possui antioxidantes e não engorda tanto quanto se pensa

Há bem pouco tempo, nutricionistas, nutrólogos e todo o tipo de profissionais envolvidos com a área de alimentação - inclusive eu - recomendavam moderação no consumo de água de coco, uma das bebidas mais populares nessa época do ano em que faz mais calor. Estávamos preocupados por ela conter frutose e gorduras saturadas, substâncias que podem engordar e trazer alguns problemas à nossa saúde, e por que achávamos que seus benefícios não compensavam os seus malefícios.

Confesso que mudei e já indico a água de coco para meus pacientes sem restrições. Novas informações e pesquisas me levaram a mudar de opinião em relação a essa bebida, em especial sobre a reabilitação da gordura saturada, que deixou de ser demônio depois de reconhecidas suas qualidades.

A água de coco é rica em vitaminas, minerais, aminoácidos, carboidratos, antioxidantes, enzimas e outros fitonutrientes que ajudam o corpo a funcionar com mais eficiência.Mistura especial

A água de coco apresenta uma associação de substâncias que a tornam especial mesmo quando comparada com bebidas produzidas pelo homen. Ela é rica em vitaminas, minerais, aminoácidos, carboidratos, antioxidantes, enzimas e outros fitonutrientes que ajudam o corpo a funcionar com mais eficiência. Seu conteúdo eletrolítico (mineral iônico) semelhante ao plasma humano garantiu-lhe o reconhecimento internacional como melhor reidratante oral.

Ou seja: um super sport drink incomparável a qualquer outro produto criado pelo homem com essa finalidade. É tão compatível com o corpo humano, que pode até ser injetado na veia, o que foi bastante comum durante a 1ª e a 2ª Guerras Mudiais, bem como na guerra do Vietnã, onde a falta de recursos fez os militares aprenderem sobre as qualidades únicas da água de coco quase sem querer.

Por mais que a característica hidrante dessa bebida seja a mais famosa, os benefícios que ela traz à saúde não param por aí. A água de coco, promove o equilíbrio da química corpórea, beneficiando a saúde como um todo. Ela reduz a pressão arterial e risco de doença cardíaca, previne aterosclerose, facilita as funções renais, protege contra vários tipos de câncer, facilita a digestão, o controle do níveis de glicemia no sangue, a circulação sanguínea, deixa o sistema imunológico mais ativo, possui propriedades anti-envelhecimento e ajuda na preservação de bactérias amigas da saúde.

Para os esportistas, a água de coco não pode faltar no verão. Ela atua como repositor de eletrólitos, substância que protege contra cãibras e melhoram o desempenho físico, sendo mais eficiente para a reposição de alguns nutrientes perdidos na transpiração do que a própria água.

Beba água de coco: é tudo de bom!

Super saúde!

Fonte: Minha Vida

Televisão pode causar obesidade infantil

A tecnologia aliada à maus hábito da família pode prejudicar a saúde da criança

A obesidade é uma doença crônica, de abordagem multiprofissional, que ocorre em todas as faixas etárias, aumentando sua incidência especialmente nas crianças, nessa última década. Não há como controlar essa "epidemia" se não forem tomados os cuidados alimentares adequados, orientados nas consultas de rotina com pediatras ou nutricionistas.

O aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida, mantido até os dois anos de idade, bem como a introdução gradual e equilibrada dos alimentos tem extrema importância no desenvolvimento pôndero-estatural saudável das crianças.

Outros fatores podem interferir no índice de sobrepeso e obesidade infantil, desde a genética (filhos de pais obesos têm maior propensão e risco de obesidade além dos hábitos alimentares familiares inadequados), até o sono insatisfatório. Uma criança que dorme bem costuma ser fisicamente ativa e, indo dormir mais cedo evita o risco de ingestão de alimentos no período noturno (normalmente alimentação inadequada). Esses dois fatores ligados ao sono podem ser decisivos para a saúde da criança, por isso, os pais devem ficar atentos à qualidade de sono das crianças.

"O impacto do sedentarismo tecnológico pode estar relacionado à obesidade por favorecer o pouquíssimo esforço físico"Alguns trabalhos apontam para a influência da TV no aparecimento do sobrepeso nas mais variadas faixas etárias. Nesse caso, não seria apenas o tempo exagerado na frente da TV, mas todos os que estimulam o sedentarismo, como computadores (muito tempo em redes sociais, jogando games ou abrindo o email) e videogames, que hoje são a atividade mais praticada pela maioria das crianças.

Um estudo publicado noBritish Medical Journal, realizado na Escócia, com mais de oito mil crianças, alertou para o abuso do tempo de TV (mais de oito horas semanais) como um dos oito fatores de risco identificados por especialistas britânicos entre crianças de três anos que se tornaram obesas aos sete, não apenas pelo sedentarismo como pela propaganda direcionada.

A TV, o computador e os videogames no quarto, cada vez mais presentes no dia-a-dia interferem principalmente na faixa dos adolescentes. Um estudo realizado na Universidade de Haya com 440 crianças na faixa dos 14 anos atribui a dificuldade no adormecimento, refeições na frente da TV (50% dos casos) com alguns transtornos alimentares, entre outras doenças a esse hábito.

O impacto do sedentarismo tecnológico pode estar relacionado à obesidade por favorecer o pouquíssimo esforço físico, gerar oportunidades de alimentação fora do horário habitual (lanchinhos, pipocas, docinhos enquanto assiste a um filme, por exemplo), frequência de publicidade alimentar anunciada nos intervalos de programas para crianças e adolescentes (normalmente hipercalórica e nutricionalmente inadequada).

Comer sem prestar atenção no que e em qual é o alimento pode levar a transtornos e desequilíbrios na alimentação e na saciedade, com excesso na quantidade de calorias ingeridas.

Assim, é importante que a família assuma o controle das atividades de crianças e adolescentes, limitando o uso desses equipamentos (uma hora por dia). Além disso, uma "disciplina alimentar" que privilegie uma dieta equilibrada para cada faixa etária, realizada em ambientes adequados, junto à família, sem a presença da TV pode ser uma grande aliada no caminho tão difícil da saúde.

Fonte: Minha Vida

Mel ajuda no combate de doenças gastrointestinais

Natural e completo, alimento é grande aliado na digestão

Você consome mel? Se ainda não, saiba que está perdendo diversos benefícios que este alimento oferece para sua saúde. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), ele possui mais de 70 substâncias essenciais ao organismo, como água, frutose, sacarose, glicose (carboidratos), potássio, ferro, sódio, fósforo, zinco, cloro, cálcio, magnésio, vitaminas do complexo B, vitaminas A, E, C e alguns tipos de aminoácidos (proteínas). "Trata-se de um alimento de alta qualidade e energético, com ação imunológica, analgésica, antibactericida, anti-inflamatória e que funciona como laxante natural", afirma a nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde.

Para usufruir de todos os benefícios do mel, a especialista diz que duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes. As crianças a partir de um ano podem consumir o alimento sem risco de alergia. O cuidado fica por conta dos diabéticos, já que o mel é fonte de carboidratos simples e de alto índice glicêmico, correndo o risco de descontrolar as taxas de açúcar no sangue.

No entanto, ele é mais bem aceito pelo organismo do que o açúcar branco, fonte de calorias vazias e que não oferece nenhum nutriente ao organismo, além da glicose. "Isso porque 40% da composição do mel é frutose, o açúcar natural das frutas, bem menos prejudicial", afirma a nutricionista Vivian Goldberger, do Emagrecentro.

Flávia ressalta ainda sua função pré-biótica, que melhora o funcionamento do intestino e a absorção de nutrientes.

A aplicação do mel, por sinal, é muito indicada na assimilação dos alimentos e na prevenção e nos tratamentos de desordens gastrointestinais, tais como úlceras, gastrites e gastroenterites.

Fonte: Minha Vida

Tratamento do paciente obeso requer uma comunicação eficaz

Vencer preconceitos melhora a adesão ao tratamento e seus resultados

Dois terços dos americanos estão acima do peso ou obesos e, no Brasil, os dados acerca do sobrepeso/obesidade demonstram um crescimento na sua prevalência entre as décadas de 70 e 90.

Os dois aspectos mais apresentados como relacionados a este quadro são o aumento do fornecimento de energia pela dieta e redução da atividade física, configurando um "estilo de vida ocidental contemporâneo". No entanto, não bastando as morbidades físicas, há uma oculta: a falta de apoio e julgamento com que muitos ainda tratam pessoas que se esforçam para perder peso.

Frequentemente, o paciente se vê na situação de que a única resposta que encontra é que a obesidade está na raiz de todos os seus problemas. A Dra. Rebecca Puhl, da Universidade de Yale e diretora do Rudd Center for Food Policy and Obesity, mostrou reclamações de pacientes sobre comentários em seus atendimentos: "você precisa aprender a ficar longe da mesa", ou, comentário em voz alta, enquanto o paciente estava na sala de espera: "se estas pessoas tivessem alguma força de vontade, não estariam aqui".

Nesta pesquisa, os pacientes obesos com muita frequência se sentiram estigmatizados nos serviços de saúde e eram mais propensos a evitar os cuidados preventivos de rotina, e quando o faziam, poderiam receber assistência comprometida. Assim, eles seriam vulneráveis à depressão, baixa autoestima, ansiedade, e, consequentemente, menos propensos a sentir-se motivados a adotar mudanças de estilo de vida, envolvendo-se em padrões alimentares pouco saudáveis e evitando a atividade física, agravando assim, o ganho de peso.

Preciso fazer suposições sobre o caráter, inteligência, saúde, estilo de vida ou comportamentos de alguém com base apenas no peso corporal? Simplificando, a comunicação inadvertidamente ostensiva ou formas sutis de preconceito que afetam negativamente o cuidado com pacientes, devem ser reconhecidas como graves e os profissionais devem estar atentos em sua prática clínica. Mas, nem só nos consultórios presenciamos estas situações, cada vez mais, em supermercados, ônibus, cinemas, há olhares tendenciosos que sempre apontam para o excesso de peso. Estratégias que estimulam a boa interação e a perda de peso.

É fundamental reconhecer as atitudes pessoais e suposições sobre o peso corporal alheio, que podem gerar preconceitos ou estigmas. Pergunte a si mesmo:

- Preciso fazer suposições sobre o caráter, inteligência, saúde, estilo de vida ou comportamentos de alguém com base apenas no peso corporal?

- Estou confortável trabalhando/interagindo com pessoas de todos os tamanhos?

- Que tipo de feedback dou aos meus conhecidos/pacientes obesos?

- Sou sensível às necessidades e preocupações dos pacientes obesos?

- Quais são os estereótipos comuns sobre as pessoas obesas? Eu acredito que estas sejam verdadeiras ou falsas? Quais são as minhas razões para estas crenças?

Adotar uma comunicação eficaz é a chave para a prestação de cuidados de saúde com qualidade. Isso pode ser especialmente importante em pacientes obesos, principalmente aqueles que experimentaram as interações negativas com outros profissionais. É importante abordar as conversas sobre o peso corporal e a obesidade de forma sensível.

Pode ser difícil discutir sobre questões de saúde relacionadas ao excesso de peso, mas deve ser claro que toda a terminologia técnica usada não ofenda ninguém. Para que a conversa flua, o paciente deve se sentir confortável com os termos usados. Abordagens interativas e estilo de escuta empática aumentam a confiança, enfatizando a discrepância entre os objetivos pessoais e os comportamentos atuais da saúde.

As perguntas abertas, sem julgamentos, amparam e aproximam as pessoas envolvidas:

- Você se sente pronto para mudar seus hábitos alimentares e / ou comportamentos do estilo de vida? - Como é que o seu peso atual afeta a sua vida agora?

- Que tipo de coisas que você fez no passado para mudar seus hábitos alimentares?

- Quais as estratégias que funcionaram para você no passado?

- Em uma escala de 1 a 10, como você estaria preparado para fazer mudanças em seus hábitos alimentares?

Respondendo a estas questões, a compreensão dos pacientes é mais clara e eles passam a ser agentes nas decisões que afetam sua saúde. O tratamento deve também ser livre de preconceitos. Isso significa o reconhecimento de que a obesidade é produto de muitos fatores - uma interação complexa de contribuintes genéticos, biológicos, sociais, ambientais e psicológicos. Da mesma forma, é importante explorar todas as causas antes de assumir que o peso corporal é o único alvo de intervenção.

Ao estabelecer as metas para o tratamento, a ênfase ocorre nas mudanças de comportamento e não apenas na diminuição de peso na balança. Definir metas específicas, realistas, mensuráveis e com respeito aos hábitos alimentares e aliá-las às atividades físicas, aumenta a probabilidade de sucesso e mostra a importância da saúde em vez da magreza.

Finalmente, devemos discutir sobre benefícios da perda de peso que, mesmo pequena, pode resultar em uma melhoria considerável na saúde. Poucos dos pacientes muito obesos alcançam o peso "ideal", mas muitos podem experimentar ganhos significativos para a saúde, com uma redução de 5% ou 10% no seu peso.

Oferecer apoio e não só, a gerência do peso, garante a dignidade e respeito num atendimento desprovido de atitudes preconceituosas. O cuidado sensível e compassivo cria experiências de saúde que infundem esperança em vez de vergonha, nesta população de pacientes vulneráveis.

Dra Glaucia Duarte - Endocrinologia e metabologia - Minha Vida

Síndrome das pernas inquietas perturba o sono

Distúrbio impede a permanência do corpo em uma posição por muito tempo

A síndrome das pernas inquietas (SPI) nada tem a ver com a mania de balançar os membros inferiores enquanto se conversa, lê, assiste à televisão ou trabalha. Esse costume cessa assim que o indivíduo percebe o que está fazendo. A SPI causa um desconforto nas pernas que só passa quando a pessoa se movimenta.

A agitação motora anormal compromete a qualidade de vida dos portadores porque interfere no sono e não permite a permanência em uma única posição por muito tempo, o que atrapalha idas ao cinema, viagens longas, reuniões e até consultas odontológicas. Porém, tem cura, garante a médica pneumologista do Instituto do sono Luciana Palombini.

A agonia nas pernas costuma aparecer nos momentos de relaxamento, principalmente no fim da tarde, início da noite ou quando a pessoa deita para dormir.

A sensação é tão incômoda que, muitas vezes, o indivíduo precisa levantar e caminhar para voltar ao normal. A alteração de sensibilidade também pode ocorrer nos braços e durante o dia, mas isso é menos comum.

Estima-se que entre 5% e 10% da população mundial sofra do distúrbio, descrito pela primeira vez em 1947. A síndrome atinge com mais frequência adultos. Já foram identificados em pesquisas genes associados à síndrome. Portanto, normalmente há uma predisposição individual.

O diagnóstico é feito por meio de uma consulta clínica, mas exames adicionais devem ser solicitados para identificar as causas do problema.

De acordo com Luciana, deficiência de ferro, insuficiência renal e gravidez são algumas das situações especiais que podem levar do desenvolvimento da síndrome. "Em casos que não existem fatores desencadeantes associados, o motivo parece ser uma deficiência de dopamina (neurotransmissor do sistema nervoso central). Além disso, o estilo de vida pode influenciar. O excesso de cafeína, o estresse e o sedentarismo podem piorar os sintomas", afirma a especialista.

A médica explica que o tratamento combina uso de medicamentos com medidas comportamentais, como diminuir o consumo de café e cigarro, cuidar da qualidade do sono e realizar exercícios físicos regularmente.

O remédio mais utilizado é o pramipexole, da categoria dos dopaminérgicos, que justamente controlam a função do sistema dopamina.

Psicoterapia também pode contribuir com o tratamento. "Ajuda a diminuir a ansiedade ou a depressão, se essas estiverem associadas ao quadro clínico. A síndrome das pernas inquietas pode mesmo aumentar a chance de alterações de humor", diz a Luciana.

Minha Vida

Recursos do Estado possibilitam melhoria no atendimento ao câncer de mama em MT

O governador Silval Barbosa visitou nesta quinta-feira (10.03) as dependências do Hospital de Câncer de Mato Grosso. Na visita, o governador, acompanhado do secretário-chefe da Casa Civil, Eder Moraes, do secretário de Saúde, Pedro Henry, e do secretário adjunto de Obras Públicas da Secretaria de Cidades, Jean Martins Nunes, assinou um convênio de R$ 1.620.500,00 com o hospital para as obras de implantação física do Centro de Prevenção de Câncer de Mama.

Com um espaço de 1000 m², a nova ala do Hospital de Câncer deverá atender aos pacientes desde a primeira consulta, exames preventivos, até o diagnóstico e o tratamento e acompanhamento dos casos. O investimento do Estado com recursos provenientes do Fundo Estrutural e Social de Mato Grosso (Fundesmat) serão direcionados para a conclusão das obras dessa nova ala que, segundo o presidente da instituição, João Castilho Moreno, deve se dar até o fim do ano. O acompanhamento das obras será feito pela Secretaria de Cidades (Secid). Os equipamentos serão doados pelo Hospital de Câncer de Barretos (SP), referência nacional no tratamento da doença.

João Castilho destaca a importância de dar atenção ao câncer de mama. “Apenas para este ano a previsão é de que serão diagnosticados até cinco mil novos casos de câncer no Estado. Destes, 500 podem ser de câncer de mama. É cerca de 22% a média de câncer entre mulheres”, destacou.

Segundo o presidente, a instituição filantrópica, coordenada pela Associação Mato-grossense de Combate ao Câncer, atende hoje uma demanda de 3.500 pessoas ao mês em atendimentos ambulatoriais e internação e é referência em Mato Grosso no que se refere a prevenção, atendimento cirúrgico e tratamento de câncer. “Em 2010 realizamos quase 47 mil atendimentos”, afirmou. Desta demanda, 90% é de atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para João Castilho, a assinatura do convênio representa a preocupação do Governo do Estado em trabalhar para a melhoria da saúde em Mato Grosso. “A saúde é o principal pilar de sustentação da nossa sociedade, e tenho percebido a importância que a gestão dá para essa questão. Este momento é um marco não apenas para o Hospital de Câncer, mas também para o Estado, que poderá contar com um atendimento médico ainda melhor para a luta contra o câncer”.

O governador Silval Barbosa afirmou durante a solenidade que a estruturação da Saúde, e o atendimento de qualidade ao usuário do SUS é uma prioridade do Governo do Estado. “Estamos buscando parcerias e convênios para a melhoria do nosso sistema de Saúde. A nós cabe a responsabilidade de olharmos com carinho o Hospital de Câncer. A partir de hoje os recursos deste convênio já estão à disposição para a obra, e quero buscar meios junto ao Ministério da Saúde, para que o Governo Federal esteja mais presente nesta instituição”, declarou.

Silval Barbosa disse que visitou no mês passado o Hospital de Câncer de Barretos para troca de experiências. “Visitamos a instituição e pretendemos estabelecer parcerias com a unidade para a melhoria do nosso hospital. Lá pudemos ver vários pacientes de Mato Grosso, recebendo atendimento de qualidade. Queremos que esses pacientes não precisem mais se deslocar por uma longa distância para tratar da doença”, finalizou.

BARRETOS

A visita do governador Silval Barbosa ao Hospital de Câncer de Barretos ocorreu no dia 23 de fevereiro, com o secretário de Saúde, Pedro Henry. A parceria entre o Hospital de Câncer e o Governo do Estado de Mato Grosso já existe, fruto de uma visita de Henrique Prata, diretor do Hospital em Barretos, ao Palácio Paiaguás ano passado, garantindo apoio ao Hospital de Mato Grosso.

Além desse apoio, o Hospital de Câncer disponibiliza carretas móveis que percorrem os Estados do Brasil fazendo prevenção de alguns tipos de câncer. Uma dessas carretas já passou pelo Estado oferecendo os serviços à população.

A medida aos mato-grossenses foi possível graças a um convênio firmado entre o Governo do Estado e o Hospital de Câncer. Com essas unidades móveis, que fazem atendimento para câncer de mama, próstata e pele, além de exames papanicolau, pretende-se diminuir o número de ocorrências das doenças, e logo, a procura direta no Hospital.

O Hospital de Câncer de Barretos é referência em tratamento oncológico, 100% do Sistema Único de Saúde (SUS), atendendo aproximadamente três mil pacientes por dia, sem fila de espera, graças a uma gestão planejada e assistida, onde o objetivo principal é o bem estar do paciente.

THIAGO ALMEIDA - Redação/Secom-MT

Dormir bem é fundamental para deixar o corpo regulado e em dia


Privação do sono pode acentuar disfunção hormonal no organismo


Entre todos os problemas que podem ser causados pela privação do sono, os distúrbios hormonais estão entre os mais importantes. As pessoas que dormem menos do que o necessário estão dificultando a tarefa do organismo de realizar alguns processos que são fundamentais para o equilíbrio entre todas as funções que o corpo precisa desempenhar para ter saúde.

O crescimento, por exemplo, é especialmente afetado quando o sono é curto ou de má qualidade. É durante o sono que ocorre a maior quantidade de produção do hormônio GH, que é responsável pelo crescimento. Esse pico se dá durante a primeira fase do sono profundo, menos de uma hora após o início do período de descanso.

Assim, caso haja problemas nessa fase do sono, como, por exemplo, o despertar devido à apneia do sono ou o ronco estridente, a produção do GH ficará comprometida. Mas esse hormônio não serve apenas para crianças e jovens, pois ele também ajuda a manter a força muscular, causa melhora no desempenho físico e evita o acúmulo de gordura. Assim, os indivíduos mais velhos também sofrem quando há privação do sono.

A leptina, que controla a saciedade do indivíduo, é liberada em grande quantidade durante o sono. Assim, uma pessoa que tem dificuldade para dormir bem ficará mais propensa a se tornar obesa, devido à ausência da saciedade durante o dia e o aumento da ansiedade nas atividades cotidianas.

A médica e pesquisadora do sono Fernanda Haddad conta que as mulheres têm maior probabilidade de sofrer problemas hormonais em decorrência do sono deficiente, principalmente devido à menopausa, que geralmente começa a apresentar seus sintomas entre 45 e 50 anos.

O perigo das disfunções hormonais em decorrência do sono vem aumentando. A sociedade globalizada e que exige do indivíduo um comprometimento quase integral ao trabalho está fazendo com que muitas pessoas pensem que podem adaptar o corpo a um número cada vez menor de horas de sono.


Entre as características associadas ao envelhecimento precoce está a ausência de um sono eficaz. Os insones e as pessoas que forçam o despertar de forma antinatural com muita frequência, em horários nos quais o corpo ainda não está preparado, estão diminuindo a sua própria capacidade intelectual, pois os lapsos de atenção de tornam mais longos e corriqueiros. Assim, o fato de exagerar no trabalho e negligenciar o sono tende a piorar o desempenho humano nas tarefas corporativas, em vez de melhorar.

Minha Vida

Pessoas otimistas têm mais motivos para comemorar

Valorizar as conquistas aumenta a autoestima e atrai energias positivas

Quando algo de ruim acontece, como uma demissão, separação, doença ou até mesmo um acidente, é normal gastar um bom tempo se lamentando. Porém, é preciso brigar contra esse sentimento e aprender a dar a volta por cima.

Valorizar as conquistas aumenta a autoestima e atrai energias positivas. Por isso, cada mudança na vida merece ser compartilhada com amigos, marcada na agenda e espalhada pela casa com bilhetinhos.

Tudo é válido para festejar as coisas boas da vida. Você sentirá uma constante satisfação que vai servir como motivação para ir adiante e incentivar outras pessoas a seguirem o seu exemplo. "Quando conseguimos algo que nos parecia difícil, o prazer é enorme e a sensação de vitória nos deixa com um brilho especial no olhar", diz a psicóloga Marina Vasconcellos.

Você é uma pessoa otimista?

Essa questão é fácil de responder. Observe quantas pessoas estão ao seu redor e há quanto tempo. Ninguém aguenta ficar perto de quem está sempre de baixo astral. Ser otimista só atrai energias positivas para a sua vida e para sua saúde.

Pesquisas mostram que os otimistas, além de serem mais felizes, também vivem mais que os pessimistas. Um estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, analisou 338 homens e 322 mulheres com mais de 50 anos durante 23 anos. Aqueles que tinham um ponto de vista positivo sobre a vida viveram em média sete anos e meio a mais que os outros.

Já outra conclusão, feita por pesquisadores da clínica Mayo, em Minnesota, também nos Estados Unidos, descobriu que pessimistas morrem mais cedo. Eles analisaram a ficha de 839 pacientes submetidos a testes de personalidade entre 1962 e 1965. O índice de sobrevivência foi 19% maior entre os otimistas.

Quatro passos para ser uma pessoa otimista

1. Sorria: se partimos da premissa de que você atrai o que transmite, então sorrir para as pessoas vai fazer você atrair simpatia também. O pessimista acha que o mundo inteiro está de implicância com ele e, na maioria das vezes, fica com a cara fechada.

2. Compartilhe a felicidade com os amigos: "ninguém vive sozinho. Dependemos do olhar e do reconhecimento do outro desde que nascemos. Amigos nos fazem ver além do nosso pequeno mundo. São pessoas diferentes de nós com quem nos identificamos", diz a psicóloga Marina Vasconcellos.

3. Comemore suas conquistas: o que você realiza na vida não é apenas uma questão de sorte ou acaso, mas de batalhas. Acreditando nisso e valorizando seus próprios feitos, além de aumentar a autoestima, você também será mais feliz.

4. Diminua seus problemas: os pessimistas sempre acham que seus problemas são os piores do mundo. Pense sempre que a questão não é tão grave e que você vai conseguir resolvê-la. Você verá que dessa maneira seu mundo ficará mais leve.

Mina Vida

Sono curto ou de má qualidade diminui resistência do corpo

Noites mal dormidas podem resultar em quadro frequente de gripe

A função do sono é restaurar. E um dos motivos pelos quais precisamos restaurar nossas energias é o fato de que, quando o corpo está descansado, sua imunidade aumenta. Logo, o cansaço e a fadiga favorecem o aparecimento de doenças relativas à baixa defesa do organismo.

A partir dessa premissa, foram feitas pesquisas para tentar comprovar se o sono de má qualidade estava relacionado ao aparecimento do resfriado. Os cientistas descobriram que as pessoas que se privam do direito de dormir o suficiente por noite ficam mais suscetíveis a adquirir a gripe.

Um estudo norte-americano traçou um paralelo entre o aparecimento do resfriado e as poucas horas de sono. Os pesquisadores concluíram que os indivíduos que dormem menos de sete horas por dia estão três vezes mais suscetíveis ao vírus causador da doença do que aqueles descansados por uma noite completa de restauração.

A chefe da disciplina de Biologia do Sono da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e médica do Instituto do Sono, Lia Rita Azeredo Bittencourt, explica como se dá a deficiência imunológica nos pacientes que não têm um sono adequado e duradouro: "A privação do sono diminui a quantidade e a função das células responsáveis pela imunidade, os linfócitos, monócitos e macrófagos. Isso leva ao aparecimento de doenças infecciosas, câncer e diminuição do efeito das vacinas e tratamentos imunizantes".

Ela ainda afirma que outras doenças decorrentes da deficiência de imunidade podem estar relacionadas às poucas horas de sono. Alguns exemplos são o lúpus, a artrite e os problemas na glândula tireoide. A diabetes e o câncer também podem aparecer com maior facilidade em indivíduos que negligenciam na importância das noites bem-dormidas e trocam as horas de descanso do organismo por outras atividades, como trabalho e diversão.

No caso mais especifico do resfriado, há dois fatores que podem favorecer o aparecimento da doença: o número insuficiente de horas e a má qualidade do sono.

No primeiro caso, é preciso dormir pelo menos sete horas, com um ideal de oito horas em média, para sanar o problema. Sobre a qualidade do sono, o principal é evitar acordar demais durante a noite, tratando corretamente problemas como o ronco alto e a apneia do sono.

Como é possível que a privação do sono esteja ocorrendo de forma excepcional, devido a um evento não rotineiro, os médicos recomendam que, nesses casos, os pacientes usem medidas preventivas para impedir que a baixa imunidade se torne uma gripe.

Uma das formas de realizar isso é investir na ingestão de maior quantidade de vitamina C.

Assim que a quantidade de horas de sono voltar ao normal, recomenda-se, contudo, que o indivíduo continue ingerindo as vitaminas por meio das frutas, para elevar sua imunidade a um nível maior do que aquele anterior ao problema do sono.

Minha Vida