Unidades de saúde terão atendimento diferenciado

Com base no Decreto n° 694, de 15 de setembro, o secretário de Estado de Saúde, João Batista Pereira da Silva, publicou portaria interna determinando o horário de atendimento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e unidades descentralizadas.

Devido o fluxo, o atendimento nas unidades Centro Estadual de Referência de Média e Alta Complexidade (Cermac), Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Correa (Cridac), Centro Estadual de Odontologia para Pacientes Especiais (Ceope) e Coordenadoria de Regulação será das 7h às 13h.

Destaque para unidades que funcionam normalmente como MT Hemocentro, Escritórios Regionais, Escola de Saúde Pública, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Centro Integrado de Assistência Psicossocial Adauto Botelho (Ciaps), Gerência de Serviços de Vigilância de Óbitos, Gerência de Vigilância em Doenças Imunopreveníveis e Coordenadoria de Regulação de Urgência e Emergência com servidores que desempenham suas funções em regime de escala ou plantão.

O Art. 1º da referida portaria institui o horário de expediente da SES, em turno único e ininterrupto: das 13h às 19h, para servidores com jornada de trabalho de 40 horas semanais, e das 13h às 17h30 para servidores que cumprem 30 horas semanais.

Com base no art. 2º do Decreto 694, o horário excepcional de expediente não se aplica ao servidor no desempenho das suas funções em regime de plantão, regime de escala, em unidade escolar e unidades assistenciais à saúde com atendimento 24 horas.

Fonte: Maricelle Lima Vieira / SES

Animal de estimação está associado a uma redução de risco para doença cardíaca.

Numerosos estudos têm explorado a relação entre possuir um animal de estimação e doença cardíaca, muitos deles apontando para potenciais benefícios cardiovasculares.

Estes benefícios seriam decorrentes de vários fatores associados com o fato do indivíduo possuir um animal de estimação, sendo o fator mais evidente o aumento da atividade física.

No intuito de sistematizar e analisar criticamente as pesquisas já existentes sobre o assunto, a Associação Americana do Coração realizou uma revisão dos principais dados conhecidos e produziu um documento publicado na revista científica Circulation. Neste documento é confirmado o potencial efeito benéfico de possuir um animal de estimação, particularmente cães, sobre o risco de desenvolver doença cardíaca. Estes estudos, apesar de demonstrar um claro efeito na redução do risco cardíaco, não permitem a comprovação de uma relação causa-efeito.

Muitos fatores associados ao de possuir um animal de estimação podem juntos contribuir para este efeito. A atividade física aumentada, o carinho e o senso de responsabilidade para com o animal, são alguns destes fatores que podem reduzir o estresse, o que sem dúvida contribui para a redução do risco de doenças.

O documento salienta que adquirir um animal de estimação não deve servir como propósito de prevenção primária de doença cardíaca. Isto porque, provavelmente, quem não gosta de animais, além de ter os contratempos de possuir um, não sentiria o mesmo prazer que resultaria nos benefícios.

É bem conhecida a importância das interações sociais, particularmente os fortes laços familiares, agindo positivamente sobre a saúde dos indivíduos. Estudos demonstram de forma consistente um risco aumentado de morte em pessoas com baixa quantidade e/ou qualidade de interações sociais. O isolamento social é considerado um grande risco para o desenvolvimento de doença e morte, sendo equiparado ao fumo, obesidade, sedentarismo e pressão alta, como fator de risco.

Gostar e possuir animais de estimação se agrega como mais um fator neste conjunto de interações afetivas e sociais que, de forma ainda pouco conhecida, atua aumentando a autoestima e sensação de bem-estar e diminuindo o risco de doenças.

Autor: Equipe ABC da Saúde

Incidência de casos de dengue e zika continua alta

Entre janeiro e julho deste ano, Mato Grosso apresentou 803 casos de dengue por 100 mil habitantes, o que é considerado alta incidência da doença. O zika vírus também demonostrou alta incidência, com 746 casos por 100 mil habitantes. Já a febre chikungunya tem incidência de 43 por 100 mil habitantes, o que é considerado baixa incidência.

Foram notificados 26.219 casos de dengue, 24.363de zika e 1.401 de chikungunya. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a dengue teve aumento de 11%, o zika de 162% e a chikungunya de 332%.

Óbitos por dengueA comissão de investigação de óbitos do programa da dengue vem acompanhando 44 casos, sendo 14 suspeitos de óbitos por dengue. Cinco foram confirmados até o momento.

Chikunguya

A quantidade de municípios silenciosos para chikungunya diminuiu de 73 para 72 cidades. Três delas representam incidência acumulada que as classificam como alto risco: Acorizal, Querência e Campo Novo do Parecis. Os municípios da Regional São Félix do Araguaia não apresentam casos de febre chikungunya.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) alerta para o "período não epidêmico". As ações de mobilização, comunicação, e educação em saúde são fundamentais para a mudança de comportamento e adoção de práticas para a manutenção do ambiente domiciliar e evitam a infestação por Aedes Aegypti.

Fonte: Maricelle Lima Vieira / SES